No esquema 3-6-1, Luan pode atuar como falso centroavante, no lugar de Barcos
Foto: LUCAS UEBEL / Grêmio,Divulgação
Além de aumentar o entrosamento do grupo do Grêmio, Enderson Moreira também utiliza a intertemporada para criar variações táticas para a retomada do Brasileirão e a disputa da Copa do Brasil. Com mais de duas semanas de treinos no suplementar do Olímpico e no CT do Humaitá, o treinador consolidou como formação preferencial o 4-2-3-1, com uma linha de três articuladores liderada por Giuliano.
Também trabalhou no 4-1-4-1, com Matheus Biteco como único volante e quatro meias ofensivos, mais próximos da área. E nesta semana também inovou ao alinhar o 3-6-1, colocando Matías Rodríguez e Zé Roberto como alas e Luan como um falso centroavante, no lugar de Barcos. Confira quais são as vantagens e desvantagens e que possibilidades cada formação dá ao time.
4-2-3-1
Esquema favorito de Enderson Moreira, é o que propicia maior equilíbrio. Na defesa, é sustentado pela nova dupla de zaga, Rhodolfo e Geromel, e pelos laterais Pará e Breno. Mas o principal diferencial é o meio-campo. Os volantes Matheus Biteco e Ramiro são os responsáveis pela marcação e por facilitar a saída de bola. E o trio de meias, formado por Giuliano, Luan e Alán Ruiz (ou Dudu) é encarregado de dar rapidez e técnica na transição ao ataque e também de criar oportunidades para Barcos.
4-1-4-1
Trata-se de uma opção mais ofensiva para armar a equipe. Afinal, neste esquema, o meio-campo fica com apenas um volante de ofício, que, no caso, é Matheus Biteco. A linha de articuladores é composta por meias de chegada na área: Giuliano, Alán Ruiz, Luan e Dudu. Mas Ramiro e Fellipe Bastos também podem ser utilizados, dando maior suporte de marcação, alternando tarefas de ataque e de defesa. Na frente, Barcos se beneficiaria pela proximidade dos meias, o que criaria tabelas ou jogadas em profundidade.
3-6-1
É a novidade testada por Enderson até o momento. O trio de zagueiros, com o retorno de Werley, daria boa sustentação ao sistema defensivo. Os laterais de ofício, Pará e Breno, dariam espaço para dois alas, Matías Rodríguez e Zé Roberto, com mais liberdade para atacar. Outra mudança é a utilização de Fellipe Bastos junto a Giuliano, com ambos responsáveis pela marcação. A novidade é a saída de Barcos, dando vaga a Luan, que seria um falso centroavante. Alán Ruiz e Dudu ajudariam nas tarefas ofensivas.
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Foto: LUCAS UEBEL / Grêmio,Divulgação
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Também trabalhou no 4-1-4-1, com Matheus Biteco como único volante e quatro meias ofensivos, mais próximos da área. E nesta semana também inovou ao alinhar o 3-6-1, colocando Matías Rodríguez e Zé Roberto como alas e Luan como um falso centroavante, no lugar de Barcos. Confira quais são as vantagens e desvantagens e que possibilidades cada formação dá ao time.
4-2-3-1
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4-1-4-1
Trata-se de uma opção mais ofensiva para armar a equipe. Afinal, neste esquema, o meio-campo fica com apenas um volante de ofício, que, no caso, é Matheus Biteco. A linha de articuladores é composta por meias de chegada na área: Giuliano, Alán Ruiz, Luan e Dudu. Mas Ramiro e Fellipe Bastos também podem ser utilizados, dando maior suporte de marcação, alternando tarefas de ataque e de defesa. Na frente, Barcos se beneficiaria pela proximidade dos meias, o que criaria tabelas ou jogadas em profundidade.
3-6-1
É a novidade testada por Enderson até o momento. O trio de zagueiros, com o retorno de Werley, daria boa sustentação ao sistema defensivo. Os laterais de ofício, Pará e Breno, dariam espaço para dois alas, Matías Rodríguez e Zé Roberto, com mais liberdade para atacar. Outra mudança é a utilização de Fellipe Bastos junto a Giuliano, com ambos responsáveis pela marcação. A novidade é a saída de Barcos, dando vaga a Luan, que seria um falso centroavante. Alán Ruiz e Dudu ajudariam nas tarefas ofensivas.
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