ando prioridade para o confronto de volta das oitavas de final da Libertadores da América contra o Libertad, na próxima quinta-feira (1º), no Paraguai, o técnico Renato Portaluppi vai escalar o Grêmio com time reserva para encarar o CSA nesta noite, no estádio Rei Pelé, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com Thaciano suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o jovem Darlan ganhará sua primeira chance como titular no Brasileirão.
Aos 21 anos, Darlan é visto no clube como o próximo da linha sucessória de volantes. Nesta década, o Grêmio formou e vendeu para o futebol europeu nomes como Fernando, Walace, Jailson e Arthur. Atualmente, Matheus Henrique é titular absoluto do time que disputa a Libertadores.
Com alto aproveitamento nos passes, Darlan começou como meia na base, mas foi recuado para volante para oferecer maior qualidade na saída de bola. Foi por essa característica que chamou atenção de Renato e, mesmo sem ser titular na equipe de transição, subiu ao elenco principal do Grêmio durante a preparação para o Gauchão. Sua estreia ocorreu na vitória de 3 a 0 sobre o São José-POA, onde foi um dos destaques - recebeu nota 8 na cotação de GaúchaZH da partida.
— Darlan é mais um exemplar da nova linha de montagem de volantes do Grêmio. Segue os passos de Matheus Henrique, que seguiu os passos de Arthur. São jogadores de toque e construção, mas também são de boa proteção de bola e marcação — avalia o colunista de GaúchaZH e comentarista da Rádio Gaúcha Leonardo Oliveira.
Era esperado que Darlan recebesse mais oportunidades depois da boa estreia, mas acabou atuando em apenas outras quatro partidas na temporada. No Brasileirão, entrou no segundo tempo da vitória sobre o Botafogo, no Rio de Janeiro, e no Gre-Nal da última rodada, no Beira-Rio. O jogo contra o CSA será uma nova chance para ele ganhar espaço e subir na consideração do técnico Renato Portaluppi.
— O Renato gosta muito de ter ao lado do Maicon um volante de mais pegada, e o Matheus Henrique tem. Quando não tem o titular, aposta em um posicionado, como Michel e até Rômulo, embora esse não tenha se justificado ainda - completa Oliveira.
Sonho de criança
Ver Darlan no time profissional do Grêmio é a realização de um sonho de família. Natural de São Borja, o garoto chegou ao clube aos 12 anos após despertar atenção de um olheiro do Tricolor em uma competição que disputou em Caxias do Sul. Logo foi chamado para treinar na escolinha gremista e se mudou para Porto Alegre junto com os pais e o irmão mais novo, todos gremistas.
— Minha família é muito gremista. Desde pequeno tinha esse sonho de jogar aqui e, graças a Deus, estou construindo uma linda história com a camisa do clube — contou Darlan em entrevista à GaúchaZH.
Darlan é elogiado também pela postura extracampo. Apesar dos 21 anos e da fama como atleta do Grêmio, ele diz nunca ter gostado da vida noturna e prefere estar ao lado da família nos momentos de folga.
— Ele é um jogador muito focado. É extremamente profissional e está vencendo por ser focado, sempre querendo aprender desde os tempos da base. Só temos elogios ao Darlan tanto pela qualidade individual quanto pelo lado pessoal — afirma o diretor da base gremista Luiz Ferrari.
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Aos 21 anos, Darlan é visto no clube como o próximo da linha sucessória de volantes. Nesta década, o Grêmio formou e vendeu para o futebol europeu nomes como Fernando, Walace, Jailson e Arthur. Atualmente, Matheus Henrique é titular absoluto do time que disputa a Libertadores.
Com alto aproveitamento nos passes, Darlan começou como meia na base, mas foi recuado para volante para oferecer maior qualidade na saída de bola. Foi por essa característica que chamou atenção de Renato e, mesmo sem ser titular na equipe de transição, subiu ao elenco principal do Grêmio durante a preparação para o Gauchão. Sua estreia ocorreu na vitória de 3 a 0 sobre o São José-POA, onde foi um dos destaques - recebeu nota 8 na cotação de GaúchaZH da partida.
— Darlan é mais um exemplar da nova linha de montagem de volantes do Grêmio. Segue os passos de Matheus Henrique, que seguiu os passos de Arthur. São jogadores de toque e construção, mas também são de boa proteção de bola e marcação — avalia o colunista de GaúchaZH e comentarista da Rádio Gaúcha Leonardo Oliveira.
Era esperado que Darlan recebesse mais oportunidades depois da boa estreia, mas acabou atuando em apenas outras quatro partidas na temporada. No Brasileirão, entrou no segundo tempo da vitória sobre o Botafogo, no Rio de Janeiro, e no Gre-Nal da última rodada, no Beira-Rio. O jogo contra o CSA será uma nova chance para ele ganhar espaço e subir na consideração do técnico Renato Portaluppi.
— O Renato gosta muito de ter ao lado do Maicon um volante de mais pegada, e o Matheus Henrique tem. Quando não tem o titular, aposta em um posicionado, como Michel e até Rômulo, embora esse não tenha se justificado ainda - completa Oliveira.
Sonho de criança
Ver Darlan no time profissional do Grêmio é a realização de um sonho de família. Natural de São Borja, o garoto chegou ao clube aos 12 anos após despertar atenção de um olheiro do Tricolor em uma competição que disputou em Caxias do Sul. Logo foi chamado para treinar na escolinha gremista e se mudou para Porto Alegre junto com os pais e o irmão mais novo, todos gremistas.
— Minha família é muito gremista. Desde pequeno tinha esse sonho de jogar aqui e, graças a Deus, estou construindo uma linda história com a camisa do clube — contou Darlan em entrevista à GaúchaZH.
Darlan é elogiado também pela postura extracampo. Apesar dos 21 anos e da fama como atleta do Grêmio, ele diz nunca ter gostado da vida noturna e prefere estar ao lado da família nos momentos de folga.
— Ele é um jogador muito focado. É extremamente profissional e está vencendo por ser focado, sempre querendo aprender desde os tempos da base. Só temos elogios ao Darlan tanto pela qualidade individual quanto pelo lado pessoal — afirma o diretor da base gremista Luiz Ferrari.
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