Um esboço de reação ao momento de turbulência começa a tomar forma dentro do vestiário do Grêmio. Ausente desde o início do ano, Fábio Koff reassume nesta quarta-feira como vice de futebol. Até o final da semana, pretende indicar um diretor para atuar ao seu lado. Os reforços não têm data para chegar. Mas Walter e Dagoberto foram descartados.
Desde sábado, em jogo contra o Veranópolis, quando Felipão abandonou seu posto à beira do campo, torcedores pedem, em redes sociais, uma atitude mais enérgica do comando do clube. É o que esperam de Koff, cuja afinidade com o treinador vem desde o início dos anos 90.
O presidente Romildo Bolzan Júnior garante que Koff nunca deixou de se pronunciar sobre as questões do time, mesmo à distância. Revelou que trocou com ele impressões, por telefone, na última segunda-feira.
O ex-presidente sempre desejou ter ao seu lado um diretor de futebol. Ainda no ano passado, convidou para o cargo o ex-presidente Duda Kroeff, que aceitou, mas voltou atrás, por compromissos profissionais e familiares.
Nomes como César Pacheco e Dênis Abrahão são especulados nos bastidores. Mas Bolzan nada antecipa.
— Há nomes que podem dar uma boa contribuição. Já há convites encaminhados. O anúncio ocorrerá em seguida. Quem sabe, depois do Carnaval — informa Bolzan.
A direção define como "balão" a informação sobre a contratação do atacante Dagoberto, ex-Inter, atualmete no Cruzeiro. Trata-se, na interpretação do presidente Romildo Bolzan Júnior, de uma ação de empresários dispostos a colocar o jogador no clube.
Também não há tratativas adiantadas para a contratação de Walter, do Fluminense. Nesse caso, porém, não se trata de uma rejeição ao jogador, como ocorre com Dagoberto, mas de preocupação quanto a uma repercussão negativa.
— Seria uma contratação muito polêmica. Não é a hora de trazer Walter. Ele poderia vir, mas não como uma solução — avalia Bolzan.
Conforme o dirigente, trata-se de um jogador de espírito dócil, incapaz de causar problemas no grupo, mas com sérios problemas atléticos.
— Estou certo de que o atual grupo pode dar muito mais. Mas ele será qualificado — afirmou o dirigente.
Bolzan espera uma forte reação dos jogadores já na próxima rodada. Reitera que Felipão foi movido pelo espírito sanguíneo e saberá entender-se com os jogadores.
— O Passo Fundo (adversário de quarta-feira) pagará o preço — confia.
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O ex-presidente sempre desejou ter ao seu lado um diretor de futebol. Ainda no ano passado, convidou para o cargo o ex-presidente Duda Kroeff, que aceitou, mas voltou atrás, por compromissos profissionais e familiares.
Nomes como César Pacheco e Dênis Abrahão são especulados nos bastidores. Mas Bolzan nada antecipa.
— Há nomes que podem dar uma boa contribuição. Já há convites encaminhados. O anúncio ocorrerá em seguida. Quem sabe, depois do Carnaval — informa Bolzan.
A direção define como "balão" a informação sobre a contratação do atacante Dagoberto, ex-Inter, atualmete no Cruzeiro. Trata-se, na interpretação do presidente Romildo Bolzan Júnior, de uma ação de empresários dispostos a colocar o jogador no clube.
Também não há tratativas adiantadas para a contratação de Walter, do Fluminense. Nesse caso, porém, não se trata de uma rejeição ao jogador, como ocorre com Dagoberto, mas de preocupação quanto a uma repercussão negativa.
— Seria uma contratação muito polêmica. Não é a hora de trazer Walter. Ele poderia vir, mas não como uma solução — avalia Bolzan.
Conforme o dirigente, trata-se de um jogador de espírito dócil, incapaz de causar problemas no grupo, mas com sérios problemas atléticos.
— Estou certo de que o atual grupo pode dar muito mais. Mas ele será qualificado — afirmou o dirigente.
Bolzan espera uma forte reação dos jogadores já na próxima rodada. Reitera que Felipão foi movido pelo espírito sanguíneo e saberá entender-se com os jogadores.
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