Na estreia do Brasil na Copa América, Everton ganhou destaque internacional com o golaço marcado contra o Bolívia. O suficiente para ser o centro das atenções na zona mista do Morumbi após a partida. Foi o jogador mais concorrido nas entrevistas. Com um sorriso no rosto, atendeu a todos os repórteres e falou sobre a atuação que poderá lhe dar uma vaga de titular da Seleção Brasileira.
Além disso, um outro assunto entrou na pauta. A visibilidade do gol em uma competição deste nível coloca Everton em outro patamar. E ele sabe disso. As informações de possibilidades de propostas do futebol europeu estão no noticiário. Só que esta situação é complexa e envolve algumas questões.
A primeira é de que o Grêmio não admite vender Everton por menos de 40 milhões de euros. A explicação é simples. Arthur foi vendido ao Barcelona por 30 milhões de euros, com possibilidade de ganhar mais 10 milhões de euros com cláusulas de produtividade. Este é o patamar de negociação do Tricolor. Everton está na Seleção Brasileira, é atacante e está em alta. Não será vendido por um valor inferior ao de Arthur.
A questão é que, mesmo na Europa, não são tantos clubes que poderão, nesta janela de transferências, desembolsar esta quantia para comprar um jogador. A lista de clubes com bala na agulha para ficar com Everton hoje não é tão grande, e inclui os grandes da Inglaterra, como Manchester United, Manchester City, Chelsea, Arsenal e Liverpool. Mas o City, por exemplo, está com problemas com o Fair Play Financeiro. Não é interesse do jogador sair para atuar em uma equipe de menor porte.
Nos outros países, o PSG, agora com Leonardo como diretor-executivo, é uma possibilidade. Na Alemanha, o Bayern de Munique. Na Espanha, Barcelona e Real Madrid. Mas o fato é que estes clubes ainda estão fazendo uma avaliação de mercado sobre o que vai acontecer nos meses de junho e julho.
Neste momento, é possível assegurar: o Grêmio, pelo seu momento financeiro, não está desesperado para fazer uma venda. Por isso, só pretende concretizar o negócio se surgir a proposta desejada pela direção. E o valor para começar a conversa é 40 milhões de euros.
Grêmio, Everton, Mercado da bola
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A primeira é de que o Grêmio não admite vender Everton por menos de 40 milhões de euros. A explicação é simples. Arthur foi vendido ao Barcelona por 30 milhões de euros, com possibilidade de ganhar mais 10 milhões de euros com cláusulas de produtividade. Este é o patamar de negociação do Tricolor. Everton está na Seleção Brasileira, é atacante e está em alta. Não será vendido por um valor inferior ao de Arthur.
A questão é que, mesmo na Europa, não são tantos clubes que poderão, nesta janela de transferências, desembolsar esta quantia para comprar um jogador. A lista de clubes com bala na agulha para ficar com Everton hoje não é tão grande, e inclui os grandes da Inglaterra, como Manchester United, Manchester City, Chelsea, Arsenal e Liverpool. Mas o City, por exemplo, está com problemas com o Fair Play Financeiro. Não é interesse do jogador sair para atuar em uma equipe de menor porte.
Nos outros países, o PSG, agora com Leonardo como diretor-executivo, é uma possibilidade. Na Alemanha, o Bayern de Munique. Na Espanha, Barcelona e Real Madrid. Mas o fato é que estes clubes ainda estão fazendo uma avaliação de mercado sobre o que vai acontecer nos meses de junho e julho.
Neste momento, é possível assegurar: o Grêmio, pelo seu momento financeiro, não está desesperado para fazer uma venda. Por isso, só pretende concretizar o negócio se surgir a proposta desejada pela direção. E o valor para começar a conversa é 40 milhões de euros.
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Comentários
Comentários (3)
Dá pra pedir até mais!! O Everton tá numas que é só dá a bola pra ele que ele engaveta!
Eu cho que esta errado, para começar tem que ser uns 70 milhoes de euros, para poder baixar vai pedir 40 e logico que vai vender por 30 milhoes de euros.Quando vamos vender algo temos que pedir mais para baixarmos o preço onde queremos.
Tá certo a direção do Grêmio não tem mais que vender jogador pôr mixaria para os times europeus depois eles vendem pôr muito mais e o Grêmio ganha só uma porcentagem mínima
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