Por mais de 20 anos da minha vida (tenho 45) vivi entranhado na vida política do Grêmio. Como sócio, conselheiro, fundador de grupo político e dirigente, passei a conhecer muitas pessoas e como elas agem quando estão no poder ou quando não estão.
Fiz grandes amizades e alguns desafetos. De um tempo pra cá, surgiram as redes sociais e com elas novas e caricatas relações. Amigos se comunicaram com mais facilidade, mas a figura dos "fakes" deixaram o ambiente tenso. As redes sociais amplificaram o processo, criamos mais desafetos do que criaríamos. Porém, fomos mais ferrenhos na defesa dos amigos e, assim, criamos laços mais fortes.
A patética briga entre lideranças políticas durante um jogo do Grêmio é de grande estupidez. Este mundo político do clube está cada vez mais alimentando o ódio e discórdia.
Durante a minha vida tive o sonho de ser diretor de futebol do Grêmio. Quando cheguei ao cargo me sentia pronto e preparado. Fiquei pouco tempo e saí completamente decepcionado, e isso refletiu diretamente na minha relação com o Grêmio. Passei a ter dificuldade até para assistir aos jogos. Deixei o conselho e o quadro social. Nunca tirei da cabeça o tipo de crítica que usavam na imprensa e fakes, para atacar os que lá trabalhavam pelo bem do Grêmio. E tudo, tinha apenas um objetivo: o poder!
Olhando de longe, conheci como agem as pessoas de bem e como flutuam os de caráter duvidoso. Vejo os dirigentes atuais do Grêmio como pessoas do bem, alguns ainda inexperientes, mas com muita vontade de ver o Grêmio vencer. O que já basta. Retomei a minha alegria de ser gremista. Vejo os jogos, sofro e fico feliz novamente.
Certa vez, o meu avô, ex-diretor jurídico do clube nas décadas de 40 e 50, disse que se tudo estivesse dando errado, eu teria que dar uma passada no Olímpico que tudo ficaria mais leve, que o Grêmio era o grande laço de união da nossa família. Fiz isso muitas vezes de 2011 para cá e sempre funcionou. O Grêmio tem sobre nós o poder de nos fazermos melhores. Aprendi que o sonho de ser dirigente foi a maneira que encontrei de ficar o mais próximo do Grêmio e me sentir bem, como sugeria meu avô. E hoje consigo viver o Grêmio intensamente.
Espero, sinceramente, que o nosso gremismo supere a política, os fakes e o ódio que envolve o nosso clube. Todos os gremistas podem e devem contribuir da sua maneira para o bem do clube.
Acreditem! O Grêmio é a soma (e não a divisão) de todos os gremistas!
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Durante a minha vida tive o sonho de ser diretor de futebol do Grêmio. Quando cheguei ao cargo me sentia pronto e preparado. Fiquei pouco tempo e saí completamente decepcionado, e isso refletiu diretamente na minha relação com o Grêmio. Passei a ter dificuldade até para assistir aos jogos. Deixei o conselho e o quadro social. Nunca tirei da cabeça o tipo de crítica que usavam na imprensa e fakes, para atacar os que lá trabalhavam pelo bem do Grêmio. E tudo, tinha apenas um objetivo: o poder!
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Certa vez, o meu avô, ex-diretor jurídico do clube nas décadas de 40 e 50, disse que se tudo estivesse dando errado, eu teria que dar uma passada no Olímpico que tudo ficaria mais leve, que o Grêmio era o grande laço de união da nossa família. Fiz isso muitas vezes de 2011 para cá e sempre funcionou. O Grêmio tem sobre nós o poder de nos fazermos melhores. Aprendi que o sonho de ser dirigente foi a maneira que encontrei de ficar o mais próximo do Grêmio e me sentir bem, como sugeria meu avô. E hoje consigo viver o Grêmio intensamente.
Espero, sinceramente, que o nosso gremismo supere a política, os fakes e o ódio que envolve o nosso clube. Todos os gremistas podem e devem contribuir da sua maneira para o bem do clube.
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