Parabéns ao Brasil-Pel. Especialmente ao seu treinador Rogério Zimmermann, que não deu nenhuma oportunidade ao Grêmio, sequer a tentativa de marcar um gol. O Brasil-Pel jogou de igual para igual, foi superior em muitos momentos, teve outras chances de marcar e a vitória foi, rigorosamente, justa.
O Grêmio, mais uma vez, se apresentou mal coletivamente. E resta aquela velha dúvida: quando a individualidade vai mal, o coletivo fica ruim ou quando o trabalho coletivo não funciona, despenca a individualidade? Só resta reunir forças, buscar a melhor constituição da equipe para o próximo jogo e principalmente um forte discurso de vestiário.
Pacificação
Ontem, no Sala de Redação, cumprimentei à direção do Inter pela iniciativa de torcida mista no próximo Gre-Nal. Aceitei o convite do meu companheiro de programa Fernando Carvalho para comparecer ao clássico no Beira-Rio no setor reservado à torcida dos dois clubes. Jamais deixarei de torcer pelo meu Grêmio do coração. Espero, dentro do contexto de paz, ter possibilidade também de vibrar e comemorar os gols do Tricolor, como fiz no último Gre-Nal.
A proposta é excelente. Talvez seja o início de uma nova era de paz nos estádios, e começando por aqui, no Rio Grande do Sul, pode se tornar exemplo para todo o país.
Chegou, definitivamente, a hora da pacificação nos jogos de futebol. Todos os segmentos esportivos vão agradecer essa atitude. Mãos à obra, porque depende de todos nós.
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O Grêmio, mais uma vez, se apresentou mal coletivamente. E resta aquela velha dúvida: quando a individualidade vai mal, o coletivo fica ruim ou quando o trabalho coletivo não funciona, despenca a individualidade? Só resta reunir forças, buscar a melhor constituição da equipe para o próximo jogo e principalmente um forte discurso de vestiário.
Pacificação
Ontem, no Sala de Redação, cumprimentei à direção do Inter pela iniciativa de torcida mista no próximo Gre-Nal. Aceitei o convite do meu companheiro de programa Fernando Carvalho para comparecer ao clássico no Beira-Rio no setor reservado à torcida dos dois clubes. Jamais deixarei de torcer pelo meu Grêmio do coração. Espero, dentro do contexto de paz, ter possibilidade também de vibrar e comemorar os gols do Tricolor, como fiz no último Gre-Nal.
A proposta é excelente. Talvez seja o início de uma nova era de paz nos estádios, e começando por aqui, no Rio Grande do Sul, pode se tornar exemplo para todo o país.
Chegou, definitivamente, a hora da pacificação nos jogos de futebol. Todos os segmentos esportivos vão agradecer essa atitude. Mãos à obra, porque depende de todos nós.
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