Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
O Brasil-Pel mostrou, na noite desta quarta-feira, porque lidera o Gauchão. Com uma perfeita postura tática e oportunista para tirar proveito das falhas do Grêmio, venceu por 1 a 0 na Arena. Derrotado, o time de Felipão faz com que a torcida deixasse o estádio com poucas esperanças sobre uma mudança imediata de rendimento.
Ajustado na marcação, o Brasil não deixou espaços para que o veloz Everton avançasse pela direita. A zaga também controlou Marcelo Moreno sem dificuldades. Ofensivamente, o time de Felipão sobreviveu da lucidez de Douglas, que fez o jogo andar com passes precisos. O primeiro, aos 11 minutos, encontrou Lincoln com liberdade, mas o arremate parou nas pernas de Felipe Garcia e saiu a escanteio.
O problema era a demora entre uma jogada e outra. Tanto que só aos 28 minutos o Grêmio conseguiu criar novamente. Douglas recuou a Everton, que chutou rasteiro, dando problema a Eduardo Martini. Eficiente, o Brasil manteve os atacantes adversários longe da área. Marcelo Moreno, projetado pelo lado esquerdo, foi controlado sem maiores problemas.
A melhor jogada da primeira etapa, um avanço de Marcelo Oliveira com direito a drible sobre três marcadores até sofrer falta, foi desperdiçada por Galhardo, que errrou a cobrança.
O Brasil quase não criou. Seu maior mérito foi controlar os avanços do Grêmio, tarefa facilitada pela experiência e entrosamento de uma equipe que atua junta há dois anos. Em sua única chance, aos 42 minutos, Alex Amado, dentro da área, só não concluiu pela precisão de Rhodolfo no corte.
Os problemas do Grêmio, na verdade, recém haviam começado. Tudo porque, a quatro minutos do segundo tempo, Marcelo Grohe falhou feio em escanteio batido da direita, a zaga ficou estática e Nena completou para colocar o Brasil em vantagem. Sua torcida, que lotou o espaço a ela reservado na Arena, fez um carnaval antecipado nas cadeiras.
A partir daí, o líder do Gauchão passou a jogar da maneira que prefere, em passes longos para o veloz Alex Amado. E teve a chance de fazer o segundo em chute de Márcio Hahn, desviado por Erazo. O Grêmio, abalado, passou a investir em chutões para a área, à espera de uma falha que pudesse ser aproveitada por Marcelo Moreno. Tentativas de trocas de passe na intermediária raramente ultrapassavam a intermediária.
Num intervalo de 18 minutos, Felipão fez três modificações, que pouco melhoraram o rendimento. As chances de empate surgiram em chute de Everaldo, a 34 minutos, e de Galhardo, a 41, em defesa providencial de Eduardo Martini.
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Ajustado na marcação, o Brasil não deixou espaços para que o veloz Everton avançasse pela direita. A zaga também controlou Marcelo Moreno sem dificuldades. Ofensivamente, o time de Felipão sobreviveu da lucidez de Douglas, que fez o jogo andar com passes precisos. O primeiro, aos 11 minutos, encontrou Lincoln com liberdade, mas o arremate parou nas pernas de Felipe Garcia e saiu a escanteio.
O problema era a demora entre uma jogada e outra. Tanto que só aos 28 minutos o Grêmio conseguiu criar novamente. Douglas recuou a Everton, que chutou rasteiro, dando problema a Eduardo Martini. Eficiente, o Brasil manteve os atacantes adversários longe da área. Marcelo Moreno, projetado pelo lado esquerdo, foi controlado sem maiores problemas.
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Num intervalo de 18 minutos, Felipão fez três modificações, que pouco melhoraram o rendimento. As chances de empate surgiram em chute de Everaldo, a 34 minutos, e de Galhardo, a 41, em defesa providencial de Eduardo Martini.
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