Joachim Löw conhecerá o inverno brasileiro depois de passar 20 dias no Nordeste (Foto: Efe)
A Alemanha chegou ao Brasil no dia 8 de junho, mas até agora só conheceu uma pequena parte dele. Com o quartel-general em Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia, a seleção ficou restrita ao calor do Nordeste durante toda a primeira fase da Copa do Mundo. Estreou em Salvador às 13h, enfrentou o bafo quente de Fortaleza às 16h e, por fim, recebeu a chuva como alívio no Recife. Chegou a hora de descobrir como de fato é o inverno brasileiro: na próxima segunda-feira, jogará contra a Argélia em Porto Alegre, pelas oitavas de final.
O assunto foi abordado em muitas entrevistas coletivas. Era uma preocupação deliberada. Os europeus, acostumados às temperaturas mais congelantes, teriam de se acostumar em poucos dias ao clima nordestino. Mas a Alemanha preparou-se como poucos: treinou à exaustão muitas vezes no horário em que a partida seria realizada e sempre cuidou-se de não desgastar quem já apresentava sintomas de cansaço. Jogar abaixo dos 10ºC é um fator reconfortante para Joachim Löw e companhia.
- Não sei se a temperatura será vantagem ou desvantagem. Tanto a Alemanha quanto a Argélia podem se considerar afortunadas se puderem ser poupadas desse calor abundante que faz no Brasil. Sair do frio para o calor é ruim, mas o contrário nem tanto. Em princípio é algo positivo, mas nós conseguimos lidar bem com a temperatura até aqui. É um problema a menos, já que em termos de estilo os jogos na parte sul do país tiveram ataques mais rápidos e para o norte mais lentos. Não sei se é vantagem, pois a Argélia também jogará no frio, mas será ao menos mais agradável – disse o treinador.

Alemanha segue para Porto Alegre: temperatura amena favorecerá futebol do time, acredita Löw (Foto: Reuters)
Löw, no entanto, não quer saber de reclamações.
- Todos sabíamos que estaria quente, úmido, que não seria nada fácil, mas não quero ouvir ninguém reclamando porque não há a menor necessidade. E outra coisa: não ajuda em nada e não é algo que podemos mudar ou não. Tem que aceitar.

O goleiro Neuer tem sofrido com o calor nos treinos na Bahia (Foto: Agência Reuters)
O zagueiro Per Mertesacker também não considera o termômetro algum problema – não à toa a Alemanha superou todas dificuldades impostas e terminou o Grupo G em primeiro, com duas vitórias e um empate.
- Tivemos de passar por essas condições, o segundo jogo principalmente foi um grande teste mental (Gana), quando sofremos um pouco, mas conseguimos reagir e conseguir o empate. Jogamos no Nordeste sob condições muito duras, mas no Recife foi diferente. Parecia que eu estava na Inglaterra com aquele tempo chuvoso (risos). Mostramos que conseguimos vencer em qualquer clima.
O goleiro Manuel Neuer, sempre simpático, chegou a brincar com a situação.
- É inverno no Sul? Mas aqui também é inverno (risos). Também temos inverno na Alemanha, lá é frio e tenho certeza que não teremos problema com isso.
Alemanha e Argélia decidem uma vaga nas quartas de final na próxima segunda-feira, às 17h (de Brasília), no Beira-Rio. Se avançarem, os alemães voltarão até Cabrália, onde ficarão por dois dias até ir para o Rio de Janeiro, palco do próximo duelo.
VEJA TAMBÉM
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- Viery pode enfrentar suspensão de até 12 jogos após denúncia no STJD, comprometendo elenco do Grêmio
A Alemanha chegou ao Brasil no dia 8 de junho, mas até agora só conheceu uma pequena parte dele. Com o quartel-general em Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia, a seleção ficou restrita ao calor do Nordeste durante toda a primeira fase da Copa do Mundo. Estreou em Salvador às 13h, enfrentou o bafo quente de Fortaleza às 16h e, por fim, recebeu a chuva como alívio no Recife. Chegou a hora de descobrir como de fato é o inverno brasileiro: na próxima segunda-feira, jogará contra a Argélia em Porto Alegre, pelas oitavas de final.
O assunto foi abordado em muitas entrevistas coletivas. Era uma preocupação deliberada. Os europeus, acostumados às temperaturas mais congelantes, teriam de se acostumar em poucos dias ao clima nordestino. Mas a Alemanha preparou-se como poucos: treinou à exaustão muitas vezes no horário em que a partida seria realizada e sempre cuidou-se de não desgastar quem já apresentava sintomas de cansaço. Jogar abaixo dos 10ºC é um fator reconfortante para Joachim Löw e companhia.
- Não sei se a temperatura será vantagem ou desvantagem. Tanto a Alemanha quanto a Argélia podem se considerar afortunadas se puderem ser poupadas desse calor abundante que faz no Brasil. Sair do frio para o calor é ruim, mas o contrário nem tanto. Em princípio é algo positivo, mas nós conseguimos lidar bem com a temperatura até aqui. É um problema a menos, já que em termos de estilo os jogos na parte sul do país tiveram ataques mais rápidos e para o norte mais lentos. Não sei se é vantagem, pois a Argélia também jogará no frio, mas será ao menos mais agradável – disse o treinador.

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Löw, no entanto, não quer saber de reclamações.
- Todos sabíamos que estaria quente, úmido, que não seria nada fácil, mas não quero ouvir ninguém reclamando porque não há a menor necessidade. E outra coisa: não ajuda em nada e não é algo que podemos mudar ou não. Tem que aceitar.

O goleiro Neuer tem sofrido com o calor nos treinos na Bahia (Foto: Agência Reuters)
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O goleiro Manuel Neuer, sempre simpático, chegou a brincar com a situação.
- É inverno no Sul? Mas aqui também é inverno (risos). Também temos inverno na Alemanha, lá é frio e tenho certeza que não teremos problema com isso.
Alemanha e Argélia decidem uma vaga nas quartas de final na próxima segunda-feira, às 17h (de Brasília), no Beira-Rio. Se avançarem, os alemães voltarão até Cabrália, onde ficarão por dois dias até ir para o Rio de Janeiro, palco do próximo duelo.
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