Alan Ruiz surpreende e revela torcida ao San Lorenzo (Foto: Diego Guichard)
Parece que a ligação de Alan Ruiz com o San Lorenzo não diminuiu em nenhum momento, mesmo em seu período no Grêmio. O meia argentino revelou, em entrevista ao jornal argentino Olé publicada nesta quarta-feira, que torceu para o clube ao qual pertence quando o Tricolor o enfrentou na Libertadores de 2014.
Após o jogo, foi ao vestiário saudar os companheiros e disse ter feito piadas, como que o “10 é o Pipi, e não Zé Roberto”, em referência a Leandro Romagnoli.
O Ciclón superou o Grêmio nos pênaltis e acabou campeão da última edição da competição. Ruiz não disputou as duas partidas por ter contrato com a equipe argentina - estava emprestado ao time gaúcho até o final do ano. Mas das tribunas, dentro da Arena, queria mesmo que os compatriotas seguissem.
- A verdade é que não era torcedor antes, mas aumentou muito meu carinho pelo clube e, quando nos enfrentaram, eu torci para o San Lorenzo (risos). E mais, quando terminou a partida, não joguei e fui saudar os colegas no vestiário visitante. Lá, além de ensinar uns cantos daqui, brinquei dizendo que não podiam com Correa ou que o 10 era Pipi (Romagnoli) e não Zé Roberto. Eles riam muito - disse Ruiz.
O meia se destacou no Grêmio principalmente no Gre-Nal do segundo turno do Brasileirão, quando jogou 12 minutos, marcou dois gols, provocou os colorados e depois voltou para o banco, sacado por Felipão. Em situações anteriores no Brasileiro, havia cavado as expulsões de Fred e Guerrero, em jogos contra Fluminense e Corinthians, respectivamente. A passagem pelo Brasil foi algo valorizado pelo jovem gringo.
- Foi algo muito positivo para a minha carreira, no pessoal e no futebol. Adquiri muita experiência, joguei bastante, fiz gols e convivi com jogadores de quilate. Me fez um jogador mais completo. Quando estava lá, deixei tudo de mim para o Grêmio se classificar para a Libertadores. Mas a verdade é que pensava no San Lorenzo, eu o escolhia até no videogame, seguia pela televisão e torcida para que fosse campeão da Libertadores e depois do mundo. O San Lorenzo é tudo para mim - completou.
Por conta do alto valor estipulado para sua compra - US$ 4 milhões (R$ 10,2 milhões) -, o Grêmio não exerceu o direito de adquirir o jogador, e ele retornou para o San Lorenzo.
Comemoração de Alán Ruiz causou confusão no Gre-Nal (Foto: Diego Guichard)
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Parece que a ligação de Alan Ruiz com o San Lorenzo não diminuiu em nenhum momento, mesmo em seu período no Grêmio. O meia argentino revelou, em entrevista ao jornal argentino Olé publicada nesta quarta-feira, que torceu para o clube ao qual pertence quando o Tricolor o enfrentou na Libertadores de 2014.
Após o jogo, foi ao vestiário saudar os companheiros e disse ter feito piadas, como que o “10 é o Pipi, e não Zé Roberto”, em referência a Leandro Romagnoli.
O Ciclón superou o Grêmio nos pênaltis e acabou campeão da última edição da competição. Ruiz não disputou as duas partidas por ter contrato com a equipe argentina - estava emprestado ao time gaúcho até o final do ano. Mas das tribunas, dentro da Arena, queria mesmo que os compatriotas seguissem.
- A verdade é que não era torcedor antes, mas aumentou muito meu carinho pelo clube e, quando nos enfrentaram, eu torci para o San Lorenzo (risos). E mais, quando terminou a partida, não joguei e fui saudar os colegas no vestiário visitante. Lá, além de ensinar uns cantos daqui, brinquei dizendo que não podiam com Correa ou que o 10 era Pipi (Romagnoli) e não Zé Roberto. Eles riam muito - disse Ruiz.
O meia se destacou no Grêmio principalmente no Gre-Nal do segundo turno do Brasileirão, quando jogou 12 minutos, marcou dois gols, provocou os colorados e depois voltou para o banco, sacado por Felipão. Em situações anteriores no Brasileiro, havia cavado as expulsões de Fred e Guerrero, em jogos contra Fluminense e Corinthians, respectivamente. A passagem pelo Brasil foi algo valorizado pelo jovem gringo.
- Foi algo muito positivo para a minha carreira, no pessoal e no futebol. Adquiri muita experiência, joguei bastante, fiz gols e convivi com jogadores de quilate. Me fez um jogador mais completo. Quando estava lá, deixei tudo de mim para o Grêmio se classificar para a Libertadores. Mas a verdade é que pensava no San Lorenzo, eu o escolhia até no videogame, seguia pela televisão e torcida para que fosse campeão da Libertadores e depois do mundo. O San Lorenzo é tudo para mim - completou.
Por conta do alto valor estipulado para sua compra - US$ 4 milhões (R$ 10,2 milhões) -, o Grêmio não exerceu o direito de adquirir o jogador, e ele retornou para o San Lorenzo.
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