Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Sempre que possível, Felipão transfere aos auxiliares Murtosa e Ivo Wortmann a missão de comandar os trabalhos com os jogadores em Gramado. Não se trata de esnobismo. Nesses momentos, por recomendação médica, o treinador põe o pé no freio e trata de cuidar da artroscopia realizada no joelho esquerdo.
O procedimento ocorreu na noite de sexta-feira, no Hospital Mãe de Deus, a cargo dos médicos Márcio Bolzoni e Felipe do Canto. Felipão não suportava mais as dores no local, que o acompanhavam desde a chegada ao clube, em julho. Protelou até que que começou a sentir o joelho "travando" durante as corridas e caminhadas. Ou nas partidas de tênis. Preocupado com o inchaço, recorreu aos médicos, que recomendaram a cirurgia.
— Deve ser coisa ainda do tempo de jogador — ri o técnico, que atuou no anos 70 por Aimoré, de São Leopoldo, e Caxias.
A recuperação tem sido positiva. Felipão já movimenta o joelho, onde se destacam as cicatrizes da cirurgia, e só evita ficar muito tempo de pé. Foi o que levou a optar por sentar-se, em boa parte do treinamento desta segunda-feira, na barraca montada à beira do gramado da Vila Olímpica.
Em duas semanas, ele espera poder retomar a prática de esportes. Por enquanto, o treinador é o personagem mais assediado para autógrafos e fotos entre os integrantes da delegação. Na manhã desta segunda, antes do treinamento, atendeu a turistas cariocas, paulistas e nordestinhos. Foram quase 30 minutos de paciência e sorrisos. Só então conseguiu sair para trabalhar.
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— Deve ser coisa ainda do tempo de jogador — ri o técnico, que atuou no anos 70 por Aimoré, de São Leopoldo, e Caxias.
A recuperação tem sido positiva. Felipão já movimenta o joelho, onde se destacam as cicatrizes da cirurgia, e só evita ficar muito tempo de pé. Foi o que levou a optar por sentar-se, em boa parte do treinamento desta segunda-feira, na barraca montada à beira do gramado da Vila Olímpica.
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