Pará vai jogar no Flamengo neste temporada | Foto: Fabiano do Amaral / CP Memória
A negociação que envolve a ida de Pará para o Flamengo como parte do pagamento da dívida por Rodrigo Mendes levará o Grêmio a pagar os salários do lateral-direito durante o ano de 2015. Em entrevista à Rádio Guaíba neste domingo, o diretor-executivo Rui Costa explicou que o acerto entre os dois clubes se deu dessa forma para que o valor gasto pelo Tricolor nos vencimentos do jogador seja abatido na dívida, que se arrasta desde o ano 2000.
“O pagamento da divida se dá em parte por isso. Se cede o atleta e se paga o salário dele. Ele permanece na nossa folha e cada centavo gasto será abatido na divida. Essa foi a forma que montamos para deixar o Grêmio tranquilo. Assim temos a perspectiva de fazer investimentos. O Grêmio irá pagar os salários, que é uma forma de pagar a divida parceladamente”, disse Rui Costa que ressaltou que o Grêmio tinha o interesse em manter Pará, mas teve que fazer o negócio para não se complicar financeiramente.
“A saída do Pará se dá única e exclusivamente para que o Grêmio não tenha os seus créditos bloqueados. O Grêmio tem uma dívida de quase 20 anos e chegou a um momento judicial extremamente delicado. Havia o risco muito grande de termos o comprometimento dos nossos recebíveis. Senão nós nem teríamos liberado o Pará. Ele queria permanecer e nós tínhamos interesse em contar com o jogador”, completou.
A dívida do Grêmio com o Flamengo por conta da contratação de Rodrigo Mendes em 2000 é de cerca de R$ 13 milhões. A ida de Pará paga parte desse valor. Os dois clubes ainda negociam como o restante do débito será quitado.
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“O pagamento da divida se dá em parte por isso. Se cede o atleta e se paga o salário dele. Ele permanece na nossa folha e cada centavo gasto será abatido na divida. Essa foi a forma que montamos para deixar o Grêmio tranquilo. Assim temos a perspectiva de fazer investimentos. O Grêmio irá pagar os salários, que é uma forma de pagar a divida parceladamente”, disse Rui Costa que ressaltou que o Grêmio tinha o interesse em manter Pará, mas teve que fazer o negócio para não se complicar financeiramente.
“A saída do Pará se dá única e exclusivamente para que o Grêmio não tenha os seus créditos bloqueados. O Grêmio tem uma dívida de quase 20 anos e chegou a um momento judicial extremamente delicado. Havia o risco muito grande de termos o comprometimento dos nossos recebíveis. Senão nós nem teríamos liberado o Pará. Ele queria permanecer e nós tínhamos interesse em contar com o jogador”, completou.
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