Foto: LUCAS UEBEL / Grêmio/Divulgação
A contratação em definitivo de Pedro Geromel caiu como um verdadeiro presente para a torcida do Grêmio. O zagueiro, um dos destaques do time de Felipão no Brasileirão, que era assediado por equipes alemãs e também por Corinthians e São Paulo, assinou novo vínculo até 2018 com o clube gaúcho.
De férias em São Paulo, junto aos familiares que moram no bairro Vila Maria, na zona norte da capital paulista, o defensor se recupera de uma cirurgia no ombro direito realizada no início de dezembro para corrigir uma instabilidade que o atormentou ao longo da temporada.
Em entrevista a ZH, Geromel fala sobre os motivos que o fizeram permanecer na Arena, a luta contra as dores para entrar em campo e as perspectivas do Grêmio para 2015.
O que determinou sua permanência no Grêmio?
Fui muito bem recebido no clube. E a direção tem um projeto muito interessante com Felipão para voltar a conquistar títulos. Fico muito feliz por ter a oportunidade de fazer parte disto.
Mas você recebeu ofertas de clubes alemães e de São Paulo.
Fiquei sabendo das ofertas. Mas meu desejo sempre foi de seguir no Grêmio. Por este interesse mútuo, nem ouvi as outras propostas que meu empresário (Maickel Portela) recebeu.
Se sente valorizado pelo investimento feito pelo Grêmio?
Isso é importante para minha carreira, já que o Grêmio me deu todo suporte. Estou sendo reconhecido no meu país, algo que ainda não tinha acontecido por eu ter ido para Europa muito jovem.
Você considera 2014 o melhor ano de sua carreira?
É difícil falar, ainda tenho muita lenha para queimar (risos). Quero fazer de 2015 o melhor ano da minha carreira. Raça, motivação e entrega não faltarão para eu buscar isso.
Como está a recuperação da cirurgia no ombro?
Agora está na fase do pós-cirúrgico. Tenho de ficar com o ombro imobilizado por 25 dias (foi operado em 4 de dezembro). Só depois vou me movimentar mais. Até tenho de dormir sentado e também é complicado andar de carro pela dor. Mas fiz a cirurgia no momento certo, esperei o término do campeonato para não perder muitos jogos da temporada.
As dores incomodaram muito em campo?
Bastante. Tive de tomar remédios para aliviar. Além disso, agradeço aos fisioterapeutas do Grêmio. Se não fosse pelos trabalhos de fortalecimento, acho que eu não teria jogado até o final do ano. A dor atrapalhava nos movimentos de marcação. Não só ao usar o braço para segurar os adversários, mas também no jogo aéreo.
Você se reapresenta no dia oito para fazer pré-temporada?
Vou retornar um pouco antes para iniciar a fisioterapia. Ainda não decidimos se vou a Gramado, vamos ver qual é a necessidade. Depois, vou fazer uma mini pré-temporada para voltar a trabalhar com o grupo. A expectativa é de que eu possa voltar aos treinos na metade de fevereiro.
A redução na folha salarial enfraquecerá o Grêmio?
Creio que não, o Grêmio já vem se cuidando há algum tempo. É planejamento, para não ter problemas no futuro. A direção tem competência para fazer uma equipe competitiva. E o Felipão não deixará o time enfraquecer, ele nos dá esta segurança. Tanto que já chegaram dois reforços de qualidade.
Falando em reforços, um meia como Douglas fez falta em 2014?
Com certeza. Sentimos a ausência de um meia armador que qualificasse o toque de bola. Até por isso, tivemos dificuldade em fazer gols ao longo do campeonato.
Conquistar o Gauchão em 2015 é uma obrigação para o Grêmio?
É sim, sem dúvida. É um objetivo mais do que claro para nós. Está na hora de o Grêmio voltar a conquistar um título, o torcedor merece esta alegria.
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A contratação em definitivo de Pedro Geromel caiu como um verdadeiro presente para a torcida do Grêmio. O zagueiro, um dos destaques do time de Felipão no Brasileirão, que era assediado por equipes alemãs e também por Corinthians e São Paulo, assinou novo vínculo até 2018 com o clube gaúcho.
De férias em São Paulo, junto aos familiares que moram no bairro Vila Maria, na zona norte da capital paulista, o defensor se recupera de uma cirurgia no ombro direito realizada no início de dezembro para corrigir uma instabilidade que o atormentou ao longo da temporada.
Em entrevista a ZH, Geromel fala sobre os motivos que o fizeram permanecer na Arena, a luta contra as dores para entrar em campo e as perspectivas do Grêmio para 2015.
O que determinou sua permanência no Grêmio?
Fui muito bem recebido no clube. E a direção tem um projeto muito interessante com Felipão para voltar a conquistar títulos. Fico muito feliz por ter a oportunidade de fazer parte disto.
Mas você recebeu ofertas de clubes alemães e de São Paulo.
Fiquei sabendo das ofertas. Mas meu desejo sempre foi de seguir no Grêmio. Por este interesse mútuo, nem ouvi as outras propostas que meu empresário (Maickel Portela) recebeu.
Se sente valorizado pelo investimento feito pelo Grêmio?
Isso é importante para minha carreira, já que o Grêmio me deu todo suporte. Estou sendo reconhecido no meu país, algo que ainda não tinha acontecido por eu ter ido para Europa muito jovem.
Você considera 2014 o melhor ano de sua carreira?
É difícil falar, ainda tenho muita lenha para queimar (risos). Quero fazer de 2015 o melhor ano da minha carreira. Raça, motivação e entrega não faltarão para eu buscar isso.
Como está a recuperação da cirurgia no ombro?
Agora está na fase do pós-cirúrgico. Tenho de ficar com o ombro imobilizado por 25 dias (foi operado em 4 de dezembro). Só depois vou me movimentar mais. Até tenho de dormir sentado e também é complicado andar de carro pela dor. Mas fiz a cirurgia no momento certo, esperei o término do campeonato para não perder muitos jogos da temporada.
As dores incomodaram muito em campo?
Bastante. Tive de tomar remédios para aliviar. Além disso, agradeço aos fisioterapeutas do Grêmio. Se não fosse pelos trabalhos de fortalecimento, acho que eu não teria jogado até o final do ano. A dor atrapalhava nos movimentos de marcação. Não só ao usar o braço para segurar os adversários, mas também no jogo aéreo.
Você se reapresenta no dia oito para fazer pré-temporada?
Vou retornar um pouco antes para iniciar a fisioterapia. Ainda não decidimos se vou a Gramado, vamos ver qual é a necessidade. Depois, vou fazer uma mini pré-temporada para voltar a trabalhar com o grupo. A expectativa é de que eu possa voltar aos treinos na metade de fevereiro.
A redução na folha salarial enfraquecerá o Grêmio?
Creio que não, o Grêmio já vem se cuidando há algum tempo. É planejamento, para não ter problemas no futuro. A direção tem competência para fazer uma equipe competitiva. E o Felipão não deixará o time enfraquecer, ele nos dá esta segurança. Tanto que já chegaram dois reforços de qualidade.
Falando em reforços, um meia como Douglas fez falta em 2014?
Com certeza. Sentimos a ausência de um meia armador que qualificasse o toque de bola. Até por isso, tivemos dificuldade em fazer gols ao longo do campeonato.
Conquistar o Gauchão em 2015 é uma obrigação para o Grêmio?
É sim, sem dúvida. É um objetivo mais do que claro para nós. Está na hora de o Grêmio voltar a conquistar um título, o torcedor merece esta alegria.
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