Foto: Lúcia Mundstock
Nos seis campos da Escolinha do Grêmio histórias de superação e de esperança se destacam entre os tantos jovens que utilizam a estrutura do local e aprendem a força do esporte para transformar a realidade. Residentes em abrigos, crianças de 5 a 13 anos utilizam a estrutura do local para treinar, captadas pelo projeto social desenvolvido em parceria com o Banrisul, patrocinador do Clube, desde 2001.
A iniciativa oferece 120 vagas anuais a serem ocupadas por esses jovens. Neste ano, a Fundação de Assistência Social e Cidadania (FASC) selecionou 70 para participar das atividades. É a oportunidade para treinarem duas vezes na semana, e ocasionalmente aos sábados, quando ocorrem as competições internas.
“O impacto inicial é tirar os jovens das ruas no turno inverso ao da escola. Além disso, o esporte é um bem, tem valores como a disciplina, a rotina, o respeito. Isso é muito importante para todos que participam”, afirma Antonio Musiat Garighan, técnico da FASC que auxilia na gestão do projeto e destaca ainda o contato com técnicos de futebol e acadêmicos de educação física como parte importante das ações praticadas durante a temporada de um ano na qual são atendidas.
Desde a concepção da iniciativa, mais de mil crianças foram contempladas. “Muitos chegam necessitando atenção e o trabalho cuidadoso da nossa equipe. O que sempre nos motiva é o desenvolvimento que constatamos ao longo do processo vivenciado durante a temporada de convívio com esses jovens”, destaca a supervisora da área de iniciação da Escolinha, Bruna Almada.
A verificação da frequência dos participantes é colocada como fundamental para os bons resultados obtidos. A oportunidade de treinar nas seleções da Escolinha e o sonho de integrar as categorias de base do Grêmio estão no horizonte de alguns, mas todos encontram a possibilidade de como cidadãos destacarem-se fora dos gramados. “Além do aspecto técnico, do entendimento do jogo, o mais importante é o caráter social do que realizamos. Procuramos com o futebol e esse projeto de inclusão minimizar as diferenças e ampliar as possibilidades”, sintetiza a supervisora.
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Nos seis campos da Escolinha do Grêmio histórias de superação e de esperança se destacam entre os tantos jovens que utilizam a estrutura do local e aprendem a força do esporte para transformar a realidade. Residentes em abrigos, crianças de 5 a 13 anos utilizam a estrutura do local para treinar, captadas pelo projeto social desenvolvido em parceria com o Banrisul, patrocinador do Clube, desde 2001.
A iniciativa oferece 120 vagas anuais a serem ocupadas por esses jovens. Neste ano, a Fundação de Assistência Social e Cidadania (FASC) selecionou 70 para participar das atividades. É a oportunidade para treinarem duas vezes na semana, e ocasionalmente aos sábados, quando ocorrem as competições internas.
“O impacto inicial é tirar os jovens das ruas no turno inverso ao da escola. Além disso, o esporte é um bem, tem valores como a disciplina, a rotina, o respeito. Isso é muito importante para todos que participam”, afirma Antonio Musiat Garighan, técnico da FASC que auxilia na gestão do projeto e destaca ainda o contato com técnicos de futebol e acadêmicos de educação física como parte importante das ações praticadas durante a temporada de um ano na qual são atendidas.
Desde a concepção da iniciativa, mais de mil crianças foram contempladas. “Muitos chegam necessitando atenção e o trabalho cuidadoso da nossa equipe. O que sempre nos motiva é o desenvolvimento que constatamos ao longo do processo vivenciado durante a temporada de convívio com esses jovens”, destaca a supervisora da área de iniciação da Escolinha, Bruna Almada.
A verificação da frequência dos participantes é colocada como fundamental para os bons resultados obtidos. A oportunidade de treinar nas seleções da Escolinha e o sonho de integrar as categorias de base do Grêmio estão no horizonte de alguns, mas todos encontram a possibilidade de como cidadãos destacarem-se fora dos gramados. “Além do aspecto técnico, do entendimento do jogo, o mais importante é o caráter social do que realizamos. Procuramos com o futebol e esse projeto de inclusão minimizar as diferenças e ampliar as possibilidades”, sintetiza a supervisora.
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