Felipão pode até ter manifestado que não deseja contar com Kleber no elenco em 2015, mas a permanência do atacante, que retorna de empréstimo do Vasco ao fim do ano, segue incerta. Enquanto estuda o melhor caminho para o jogador e o coloca em situação de "cuidado especial", o Grêmio vislumbra em suas mãos o poder de decisão sobre o futuro do Gladiador. Ao menos, é o que indica o agente do atleta, Giuseppe Dioguardi.
Ciente das pretensões de enxugamento de despesas, o empresário aguarda um contato do clube para definir o destino na próxima temporada e não descarta até mesmo uma possível redução salarial, diante de uma proposta da diretoria gremista.
- Existe a possibilidade de sentarmos com o Grêmio. O que o Grêmio precisar de ajuda da nossa parte, será ouvido. Estamos prontamente à disposição para ajudar o Grêmio a se manter como um clube de ponta. Minha conversa com o Rui (Costa, dirigente executivo) no sentido de readequar o Grêmio num patamar financeiro e para que tentássemos entrar em um acordo. Estou aguardando. Estamos à disposição do Grêmio. Se o Grêmio entender que não pode continuar, porque os valores são muito altos para a realidade, porque querem colocar um pouco a folha mais baixa, vamos sentar e tentar resolver - disse em entrevista à Rádio Gaúcha.
Dioguardi minimiza ainda a a rusga do atacante com Luiz Felipe Scolari, ainda nos tempos de Palmeiras - trata-se de águas passadas - e diz que o atrito não surge como impeditivo para uma sequência pelo Grêmio. Contratado como grande reforço gremista em 2012, o Gladiador tem pela frente dois anos de contrato com o Tricolor.
- O Kleber teve um problema que era uma outra história. O Felipe era o único que realmente tomava as rédeas do clube. O presidente deixava tudo na mão dele. Houve esse atrito porque o Felipe defendia mesmo o Palmeiras, mas foi uma coisa inevitável. O Kleber não tem problema com o Felipe. Tem um respeito enorme entre as partes. O Grêmio está acima de tudo, é muito grande para que problemas menores atrapalhem uma questão contratual.
Em entrevista coletiva após o empate em 1 a 1 com o Flamengo, na Arena, pela última rodada do Brasileirão, Felipão assumiu discurso semelhante, mas rechaçou a permanência de Kleber em 2015.
- Não teria problema nenhum com Kleber, mas não vai trabalhar no Grêmio - definiu.
De acordo com o vice-presidente de futebol do Grêmio, Fábio Koff, o desejo do atacante é atuar no exterior na próxima temporada. Dioguardi, por sua vez, nega que tenha procurado outros clubes para Kleber em 2015. Em entrevista à Rádio Guaíba, nesta segunda-feira, o presidente Romildo Bolzan Jr. manifestou a intenção de vender Gladiador.
- Também é um ativo do Grêmio, tem contrato, se tiver propostas vamos avaliar. Mas vamos abastecer uma situação de fazer negócio, é uma situação que o Grêmio e Kleber buscam - disse.
O forte nome de Kleber no mercado nacional e o alto investimento do clube, que bancou R$ 5 milhões na compra de 50% dos direitos econômicos do atleta, levam o Grêmio a adotar a cautela diante de novas propostas de empréstimo. A ideia é repassar o atacante a uma equipe de maior relevância, que sirva de vitrine para uma possível venda. O retorno a outro clube da Série B, ap´so passagem pelo Vasco, está descartado. O Gladiador pode servir ainda como moeda de troca dos gremistas por novos reforços.
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Ciente das pretensões de enxugamento de despesas, o empresário aguarda um contato do clube para definir o destino na próxima temporada e não descarta até mesmo uma possível redução salarial, diante de uma proposta da diretoria gremista.
- Existe a possibilidade de sentarmos com o Grêmio. O que o Grêmio precisar de ajuda da nossa parte, será ouvido. Estamos prontamente à disposição para ajudar o Grêmio a se manter como um clube de ponta. Minha conversa com o Rui (Costa, dirigente executivo) no sentido de readequar o Grêmio num patamar financeiro e para que tentássemos entrar em um acordo. Estou aguardando. Estamos à disposição do Grêmio. Se o Grêmio entender que não pode continuar, porque os valores são muito altos para a realidade, porque querem colocar um pouco a folha mais baixa, vamos sentar e tentar resolver - disse em entrevista à Rádio Gaúcha.
Dioguardi minimiza ainda a a rusga do atacante com Luiz Felipe Scolari, ainda nos tempos de Palmeiras - trata-se de águas passadas - e diz que o atrito não surge como impeditivo para uma sequência pelo Grêmio. Contratado como grande reforço gremista em 2012, o Gladiador tem pela frente dois anos de contrato com o Tricolor.
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Em entrevista coletiva após o empate em 1 a 1 com o Flamengo, na Arena, pela última rodada do Brasileirão, Felipão assumiu discurso semelhante, mas rechaçou a permanência de Kleber em 2015.
- Não teria problema nenhum com Kleber, mas não vai trabalhar no Grêmio - definiu.
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- Também é um ativo do Grêmio, tem contrato, se tiver propostas vamos avaliar. Mas vamos abastecer uma situação de fazer negócio, é uma situação que o Grêmio e Kleber buscam - disse.
O forte nome de Kleber no mercado nacional e o alto investimento do clube, que bancou R$ 5 milhões na compra de 50% dos direitos econômicos do atleta, levam o Grêmio a adotar a cautela diante de novas propostas de empréstimo. A ideia é repassar o atacante a uma equipe de maior relevância, que sirva de vitrine para uma possível venda. O retorno a outro clube da Série B, ap´so passagem pelo Vasco, está descartado. O Gladiador pode servir ainda como moeda de troca dos gremistas por novos reforços.
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