Henry e Messi jogaram juntos no Barcelona entre 2007 e 2010 (Foto: Getty Images)
Campeão do mundo pela França em 1998, Thierry Henry foi colega de Barcelona de Lionel Messi de 2007 a 2010. Em entrevista ao site da Fifa no Brasil, onde tem atuado como comentarista esportivo na Copa 2014, o ex-atacante dos Bleus alegou que o argentino - eleito quatro vezes melhor jogador do mundo - não conseguirá levar os "hermanos" adiante no mundial se sua equipe não ajudar.
Para ele, as altas expectativas em torno do atacante de 27 anos serão frustradas e dificilmente resultarão em novo título para a Argentina se os comandados de Alejandro Sabella não apresentarem um futebol mais compacto que o observado em partidas contra a Bósnia-Herzegovina e o Irã.
- O Messi não joga sozinho. Estamos falando da Argentina! E todos sabem que se a Argentina vence, é porque o Messi jogou bem. Mas para isso ele também precisa do apoio dos seus companheiros de vez em quando. Mas será que a Argentina conseguirá ser campeã desta vez? O seu último título já aconteceu há bastante tempo.
Apenas com o Messi isso não será possível. Pelo contrário, os argentinos precisam se comportar como uma equipe compacta e continuar trabalhando em si mesmos. Então poderemos ver um Messi fantástico em campo. Isso não é tão fácil - afirmou Henry.
O atacante francês, que em 2006 marcou o gol que desclassificou o Brasil na Copa da Alemanha, observa que este mundial tem destacado boas atuações de Arjen Robben e Robin van Persie, da Holanda, Luis Suárez, do Uruguai, e Thomas Müller, da Alemanha, mas que o espírito de coletividade fala mais alto na hora da decisão.
- Poderíamos mencionar muitos outros atacantes. No entanto, o mais importante é como as equipes se apresentam na sua totalidade. Neste sentido, geralmente é uma vantagem quando uma equipe procura direcionar os seus jogadores mais de modo ofensivo do que defensivo - disse.

Messi é esperança de título da Argentina para a Copa no Brasil (Foto: Reuters)
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Para ele, as altas expectativas em torno do atacante de 27 anos serão frustradas e dificilmente resultarão em novo título para a Argentina se os comandados de Alejandro Sabella não apresentarem um futebol mais compacto que o observado em partidas contra a Bósnia-Herzegovina e o Irã.
- O Messi não joga sozinho. Estamos falando da Argentina! E todos sabem que se a Argentina vence, é porque o Messi jogou bem. Mas para isso ele também precisa do apoio dos seus companheiros de vez em quando. Mas será que a Argentina conseguirá ser campeã desta vez? O seu último título já aconteceu há bastante tempo.
Apenas com o Messi isso não será possível. Pelo contrário, os argentinos precisam se comportar como uma equipe compacta e continuar trabalhando em si mesmos. Então poderemos ver um Messi fantástico em campo. Isso não é tão fácil - afirmou Henry.
O atacante francês, que em 2006 marcou o gol que desclassificou o Brasil na Copa da Alemanha, observa que este mundial tem destacado boas atuações de Arjen Robben e Robin van Persie, da Holanda, Luis Suárez, do Uruguai, e Thomas Müller, da Alemanha, mas que o espírito de coletividade fala mais alto na hora da decisão.
- Poderíamos mencionar muitos outros atacantes. No entanto, o mais importante é como as equipes se apresentam na sua totalidade. Neste sentido, geralmente é uma vantagem quando uma equipe procura direcionar os seus jogadores mais de modo ofensivo do que defensivo - disse.

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