Foto: Reprodução/Internet
Tanto é que o clube tentou de todas as formas antecipar o embate frente ao Paraná pela Rodada 25 da competição junto a CBF, mas o máximo que conseguiu foi o adiantamento do domingo (16) às 19 h para o sábado (15) às 16 h.
O fato deixou a diretoria gremista bastante descontente, com direito a palavras de lamentação do presidente Romildo Bolzan que foram captadas pelo portal Globo Esporte.
- Pedimos a antecipação do jogo contra o Paraná para quinta-feira. Aí botaram para as 16h de sábado. E ainda com a insistência tremenda que fizemos com o tema, uma insistência muito forte, contatos telefônicos, formas de correspondência, nos ofertaram o jogo no sábado às 11 h. Aí acorda às 7 h, é uma nova forma de fisiologia, de planejar o jogo. Tudo isso acaba atrapalhando - afirmou o mandatário do Tricolor Gaúcho.
Além do aspecto físico, outro argumento citado por Bolzan para a Confederação Brasileira de Futebol foi o "sentido patriótico" do confronto onde o clube representaria o Brasil. Não havendo, assim, alguma espécie de conflito de interesses:
- Não era um brasileiro contra um brasileiro, não era o mesmo campeonato. Era um brasileiro jogando uma partida sul-americana e representando o Brasil. E este foi o argumento utilizado para sensibilizar a CBF. Não sensibilizamos. Nosso pleito foi muito respeitoso, muito insistente, muito incisivo, mas não tivemos sucesso. Houve ouvidos de mercador.
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- Pedimos a antecipação do jogo contra o Paraná para quinta-feira. Aí botaram para as 16h de sábado. E ainda com a insistência tremenda que fizemos com o tema, uma insistência muito forte, contatos telefônicos, formas de correspondência, nos ofertaram o jogo no sábado às 11 h. Aí acorda às 7 h, é uma nova forma de fisiologia, de planejar o jogo. Tudo isso acaba atrapalhando - afirmou o mandatário do Tricolor Gaúcho.
Além do aspecto físico, outro argumento citado por Bolzan para a Confederação Brasileira de Futebol foi o "sentido patriótico" do confronto onde o clube representaria o Brasil. Não havendo, assim, alguma espécie de conflito de interesses:
- Não era um brasileiro contra um brasileiro, não era o mesmo campeonato. Era um brasileiro jogando uma partida sul-americana e representando o Brasil. E este foi o argumento utilizado para sensibilizar a CBF. Não sensibilizamos. Nosso pleito foi muito respeitoso, muito insistente, muito incisivo, mas não tivemos sucesso. Houve ouvidos de mercador.
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