Foto: Correio do Povo
O Gre-Nal de domingo, continua gerando assunto entres os clubes. Desta vez, quem se manifestou foram os dirigentes do Grêmio. Além da entrevista do volante Maicon no CT do Grêmio, o assessor de futebol Alberto Guerra e o executivo André Zanotta reclamaram dos relatos do árbitro Péricles Cortez na súmula do clássico.
Após os relatos de Cortez na súmula, sobre os xingamentos de Maicon a alguns jogadores do Inter e também a tentativa do técnico Renato Portaluppi de entrar no vestiário do adversário, André Zanotta estranhou o fato de não haver algum nome de jogador do Inter citado. "Causou estranheza colocar na súmula apenas Maicon e Renato. O Maicon, como capitão, estava no lugar dele. Ele foi receber, como sempre faz, os atletas do campo. Na súmula dá a entender que ele não deveria estar lá. O Maicon respondeu uma provocação que o Damião fez e o D'Alessandro também. O que a gente se preocupa e estuda como avaliar junto à CBF é que houve uma provocação. O Maicon respondeu com a palavras relatadas, mas em nenhum momento partiu dele".
Já Alberto Guerra foi mais polêmico, declarando que o Inter quis ganhar o Gre-Nal na "marra". "Me surpreende essa inversão de valores. Parece que o Grêmio criou a confusão, mas foi tudo criado ao longo do jogo e terminou dessa forma no final. Uma coisa é você comemorar no seu vestiário, outra é ir na porta do vestiário apontar o dedo. Havia muitas pessoas que não são do jogo ali, torcedores e conselheiros do Inter estavam na porta do vestiário deles nos provocando".
O dirigente reclamou de algumas ações do clube em relação à torcida gremista no Beira-Rio e criticou também a indicação dos auxiliares de Péricles Cortez na partida. Uma suposta violência de jogadores colorados dentro do campo também foi apontada por Alberto Guerra."A provocação faz parte e é uma das almas do futebol. É importante e mantém Inter e Grêmio grandes, mas ela tem que ficar só na provocação. A gente tinha informações que o Inter faria tudo para vencer esse Gre-Nal. Isso veio desde a escalação dos árbitros. Não do Péricles , mas de linha e quarto árbitro tiveram problemas aqui em partida do sub-23. A maneira como a nossa torcida foi recebida com pedras e depois para entrar no estadio também. O primeiro lance do jogo era no mínimo para amarelo. Ali mostrou como o Inter estava levando o jogo. Teve alguns episódios de agressões sem bola, do Alvez no Cícero, do Pottker no Cortez", finalizou.
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Após os relatos de Cortez na súmula, sobre os xingamentos de Maicon a alguns jogadores do Inter e também a tentativa do técnico Renato Portaluppi de entrar no vestiário do adversário, André Zanotta estranhou o fato de não haver algum nome de jogador do Inter citado. "Causou estranheza colocar na súmula apenas Maicon e Renato. O Maicon, como capitão, estava no lugar dele. Ele foi receber, como sempre faz, os atletas do campo. Na súmula dá a entender que ele não deveria estar lá. O Maicon respondeu uma provocação que o Damião fez e o D'Alessandro também. O que a gente se preocupa e estuda como avaliar junto à CBF é que houve uma provocação. O Maicon respondeu com a palavras relatadas, mas em nenhum momento partiu dele".
Já Alberto Guerra foi mais polêmico, declarando que o Inter quis ganhar o Gre-Nal na "marra". "Me surpreende essa inversão de valores. Parece que o Grêmio criou a confusão, mas foi tudo criado ao longo do jogo e terminou dessa forma no final. Uma coisa é você comemorar no seu vestiário, outra é ir na porta do vestiário apontar o dedo. Havia muitas pessoas que não são do jogo ali, torcedores e conselheiros do Inter estavam na porta do vestiário deles nos provocando".
O dirigente reclamou de algumas ações do clube em relação à torcida gremista no Beira-Rio e criticou também a indicação dos auxiliares de Péricles Cortez na partida. Uma suposta violência de jogadores colorados dentro do campo também foi apontada por Alberto Guerra."A provocação faz parte e é uma das almas do futebol. É importante e mantém Inter e Grêmio grandes, mas ela tem que ficar só na provocação. A gente tinha informações que o Inter faria tudo para vencer esse Gre-Nal. Isso veio desde a escalação dos árbitros. Não do Péricles , mas de linha e quarto árbitro tiveram problemas aqui em partida do sub-23. A maneira como a nossa torcida foi recebida com pedras e depois para entrar no estadio também. O primeiro lance do jogo era no mínimo para amarelo. Ali mostrou como o Inter estava levando o jogo. Teve alguns episódios de agressões sem bola, do Alvez no Cícero, do Pottker no Cortez", finalizou.
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