Foto: Pedro França/Agência Senado
vice-presidente do Grêmio, Adalberto Preis, participou na manhã dessa segunda-feira de audiência interativa, sob o comando do senador Paulo Paim (PT-RS), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH): “O racismo sofrido nos campos de futebol pelos jogadores negros.”
Na ocasião, o dirigente apresentou algumas das principais ações desenvolvidas pelo Clube promovendo a igualdade racial, falou sobre o caso envolvendo o goleiro santista, Aranha, e reforçou a disposição do Grêmio em aderir a novas campanhas de conscientização sobre o tema.
“Há muitos anos o Grêmio vem se engajando em causas antirracistas. Não aceitamos que um Clube como o nosso, o único no Brasil que tem estatutariamente uma estrela dourada em sua bandeira, representando o jogador negro Everaldo Marques da Silva, campeão mundial pela Seleção Brasileira de 1970 e cujo Hino foi escrito por um negro: Lupicínio Rodrigues, fique com a pecha de entidade racista”, defendeu ele.
Preis relembrou o incidente envolvendo o goleiro Aranha e a punição considerada “injusta” e ressaltou: “Eu não tiro nada da importância que foi dada ao fato, mas, do ponto de vista da imputação ao clube, em se tratando de uma conduta de poucos torcedores, houve exagero e injustiça”, declarou. Segundo ele, de um público de 32 mil pessoas presentes no estádio naquela noite, quatro torcedores foram indiciados em inquérito policial e denunciados à justiça.
Paim e o ouvidor da Igualdade Racial da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Carlos Alberto Júnior, endossaram a defesa de Preis, reafirmando que o Grêmio não pode ser considerado um clube racista.
Também estiveram presentes ao debate, a representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Deise Benedito, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, José Carlos Torves; o integrante da Comissão Especial de Direito Desportivo do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Ronaldo Ferreira Tolentino, entre outros.
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Na ocasião, o dirigente apresentou algumas das principais ações desenvolvidas pelo Clube promovendo a igualdade racial, falou sobre o caso envolvendo o goleiro santista, Aranha, e reforçou a disposição do Grêmio em aderir a novas campanhas de conscientização sobre o tema.
“Há muitos anos o Grêmio vem se engajando em causas antirracistas. Não aceitamos que um Clube como o nosso, o único no Brasil que tem estatutariamente uma estrela dourada em sua bandeira, representando o jogador negro Everaldo Marques da Silva, campeão mundial pela Seleção Brasileira de 1970 e cujo Hino foi escrito por um negro: Lupicínio Rodrigues, fique com a pecha de entidade racista”, defendeu ele.
Preis relembrou o incidente envolvendo o goleiro Aranha e a punição considerada “injusta” e ressaltou: “Eu não tiro nada da importância que foi dada ao fato, mas, do ponto de vista da imputação ao clube, em se tratando de uma conduta de poucos torcedores, houve exagero e injustiça”, declarou. Segundo ele, de um público de 32 mil pessoas presentes no estádio naquela noite, quatro torcedores foram indiciados em inquérito policial e denunciados à justiça.
Paim e o ouvidor da Igualdade Racial da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Carlos Alberto Júnior, endossaram a defesa de Preis, reafirmando que o Grêmio não pode ser considerado um clube racista.
Também estiveram presentes ao debate, a representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Deise Benedito, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, José Carlos Torves; o integrante da Comissão Especial de Direito Desportivo do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Ronaldo Ferreira Tolentino, entre outros.
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