Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Suspensas há dois anos, as obras de mobilidade urbana no entorno da Arena do Grêmio poderão ser retomadas no verão. Depois de relutar em assumir os custos, que poderão chegar perto de R$ 160 milhões, a construtora OAS concordou em bancar sua parte nos valores das obras compensatórias pelo impacto ambiental no bairro Humaitá a partir da construção da Arena.
A suspensão das obras foi determinada em outubro de 2013 pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Ministério Público de Contas, que recomendaram à prefeitura não assumir obrigações que seriam da construtora. Também foram bloqueadas as licenças para novos empreendimentos por parte da OAS.
Na época, ações ajuizadas pela Promotoria de Defesa do Meio Ambiente apontavam fraude no Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) do empreendimento da Arena.
— Estamos desenhando um acordo — revela o promotor Nilson de Oliveira Rodrigues Filho, da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público.
Como a proibição ainda se dá por meio de liminar judicial e o processo poderá levar até duas décadas para transitar em julgado, as partes se encaminharam para um entendimento. Um acordo deverá ser assinado até o final do ano. Depois disso, será elaborado o cronograma de execução das obras, com prioridade para as que forem de interesse público.
Entre as melhorias, estão a duplicação da Avenida A. J. Renner, entre a Avenida Farrapos e a rotatória com a Avenida Padre Leopoldo Brentano e a Rua José Pedro Boéssio, obras de saneamento e infraestrutura na Voluntários da Pátria e reforma na Avenida Ernesto Neugebauer e alça de acesso da via à freeway.
Parte interessada no processo, o Grêmio saúda o acordo. Realizadas as obras, deixam de existir as queixas de torcedores quanto às dificuldades de acesso ao estádio em dias de jogos. A falta de urbanização no bairro também desestimula empresários a investirem no estádio.
— Tudo o que possa melhorar a estrutura de funcionamento da Arena será bem vindo – comemora o presidente eleito Romildo Bolzan Júnior, que tomará posse dia 10 de dezembro.
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A suspensão das obras foi determinada em outubro de 2013 pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Ministério Público de Contas, que recomendaram à prefeitura não assumir obrigações que seriam da construtora. Também foram bloqueadas as licenças para novos empreendimentos por parte da OAS.
Na época, ações ajuizadas pela Promotoria de Defesa do Meio Ambiente apontavam fraude no Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) do empreendimento da Arena.
— Estamos desenhando um acordo — revela o promotor Nilson de Oliveira Rodrigues Filho, da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público.
Como a proibição ainda se dá por meio de liminar judicial e o processo poderá levar até duas décadas para transitar em julgado, as partes se encaminharam para um entendimento. Um acordo deverá ser assinado até o final do ano. Depois disso, será elaborado o cronograma de execução das obras, com prioridade para as que forem de interesse público.
Entre as melhorias, estão a duplicação da Avenida A. J. Renner, entre a Avenida Farrapos e a rotatória com a Avenida Padre Leopoldo Brentano e a Rua José Pedro Boéssio, obras de saneamento e infraestrutura na Voluntários da Pátria e reforma na Avenida Ernesto Neugebauer e alça de acesso da via à freeway.
Parte interessada no processo, o Grêmio saúda o acordo. Realizadas as obras, deixam de existir as queixas de torcedores quanto às dificuldades de acesso ao estádio em dias de jogos. A falta de urbanização no bairro também desestimula empresários a investirem no estádio.
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