Gre-Nal de domingo reunirá times com vocações diferentes | Foto: Montagem sobre fotos de Lucas Uebel e Alexandre Lops
Na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, Inter e Grêmio aparecem separados por apenas dois pontos. Ou seja, se houver um vencedor no clássico deste domingo, na Arena, ele ficará na frente do rival ao final da rodada e em vantagem na corrida pela vaga na Libertadores da América. Porém, o aparente equilíbrio entre os dois times maqueia as diferentes vocações de cada um deles: enquanto o Inter tem sua formação voltada para o setor ofensivo, o Grêmio prioriza a defesa sólida e a segurança.
O Inter ataca por causa da vocação de seus jogadores e, principalmente, pela característica do seu treinador. Abel Braga começa a montar as suas equipes pelo setor ofensivo, posicionando o ataque e trabalhando a aproximação do meio-campo. Gosta de times que fazem a marcação no campo adversário, tentando sufocá-lo.
No Inter de 2014, Abel montou um meio-campo leve e de toque de bola, com só um volante. Todos os demais ajudam nas funções defensivas, mas nem sempre com a obrigação compartilhada. O resultado desta equação vem na forma de gols, tanto no adversário como na própria defesa. Ou seja, a defesa fica mais exposta e sofre o apupo do time adversário. “Temos de segurar lá atrás, pois na frente o time quem possa resolver”, diz o zagueiro Ernando.
Já Felipão, desde que chegou ao Grêmio, preocupou-se primeiro em fortalecer a defesa. Apostou principalmente em solidificar o meio campo, utilizando na maioria das vezes três marcadores. Sofrer poucos gols levou o time a subir na tabela. Ao mesmo tempo, o ataque encara dificuldades para marcar. Raramente a vitória se dá por mais de um gol de diferença.
“O importante é vencer. É claro que o torcedor quer ver gols, e nem sempre você consegue fazer muitos gols. Não adianta fazer dois, três gols e perder a partida. O importante é vencer, que seja de 1 a 0, já serve para a nossa sequência. É como se fosse uma goleada”, ressalta Zé Roberto.
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O Inter ataca por causa da vocação de seus jogadores e, principalmente, pela característica do seu treinador. Abel Braga começa a montar as suas equipes pelo setor ofensivo, posicionando o ataque e trabalhando a aproximação do meio-campo. Gosta de times que fazem a marcação no campo adversário, tentando sufocá-lo.
No Inter de 2014, Abel montou um meio-campo leve e de toque de bola, com só um volante. Todos os demais ajudam nas funções defensivas, mas nem sempre com a obrigação compartilhada. O resultado desta equação vem na forma de gols, tanto no adversário como na própria defesa. Ou seja, a defesa fica mais exposta e sofre o apupo do time adversário. “Temos de segurar lá atrás, pois na frente o time quem possa resolver”, diz o zagueiro Ernando.
Já Felipão, desde que chegou ao Grêmio, preocupou-se primeiro em fortalecer a defesa. Apostou principalmente em solidificar o meio campo, utilizando na maioria das vezes três marcadores. Sofrer poucos gols levou o time a subir na tabela. Ao mesmo tempo, o ataque encara dificuldades para marcar. Raramente a vitória se dá por mais de um gol de diferença.
“O importante é vencer. É claro que o torcedor quer ver gols, e nem sempre você consegue fazer muitos gols. Não adianta fazer dois, três gols e perder a partida. O importante é vencer, que seja de 1 a 0, já serve para a nossa sequência. É como se fosse uma goleada”, ressalta Zé Roberto.
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