Washington foi o artilheiro do Brasileiro em 2004 e também em 2008 (Foto: David Abramvezt)
Com seis rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro de 2014, o artilheiro hoje é o atacante Henrique, do Palmeiras, com 15 gols, marca ainda bem distante da que obteve o maior artilheiro de uma edição da competição, o ex-jogador Washington, então jogador do Atlético-PR, que em 2004 marcou 34 gols. Ainda que naquela temporada o Coração Valente tenha podido fazer 46 partidas pelo Brasileirão, sua média é bem superior à de Henrique. Washington chegou à média de 0,73 gols por partida, enquanto Henrique tem até aqui 0,46. Hoje aposentado, o ex-jogador acredita que o Brasil tem vivido uma entressafra de centroavantes, além de prioridade dada a sistemas defensivos.
- Tivemos épocas no Brasil que se sentiu muita falta de laterais, outros momentos a falta de zagueiro, outros com meias, e hoje são os centroavantes, apesar de que vejo que ainda temos centroavantes de qualidade. Claro que o número de gols está um pouco mais abaixo, mas é momento, o Brasil sempre teve bons centroavantes, goleadores que fazem diferença dentro da área. Claro que passa esse momento difícil, hoje a marcação é muito mais forte, e a prioridade é não tomar gols e depois fazer. “Se sobrar uma bolinha a gente faz um gol e volta atrás de novo”. Isso dificulta também para um centroavante. Quando você vê esquemas com meias rápidos, que colocam o centroavante na cara do gol, aí ele se sobressai - avaliou Washington no “Bem, Amigos!”.
Ao lembrar de centroavantes que atuam no futebol brasileiro, o ex-jogador citou três dos primeiros colocados na lista de artilheiros, que junto com Barcos ocupam as quatro primeiras posições.
- Hoje tem o Fred, o Marcelo Moreno, o Henrique é que é o artilheiro do Brasileiro. É até uma surpresa pelo Palmeiras não estar tão bem na tabela, mas cria jogadas para o seu centroavante, então ele precisa muito de que seu time arme.
Washington também foi artilheiro do Campeonato Brasileiro de 2008, já pelo Fluminense, quando marcou 21 gols, mesma marca de Keirrison (Coritiba) e Kléber Pereira (Santos) naquela edição, já com 38 rodadas, como neste ano. Mas ao citar a marca histórica em 2004, ele cita os companheiros que sempre o deixavam cara a cara com o gol.
- No Atlético-PR tinha grandes oportunidades, o Jádson, hoje no Corinthians, sempre me deixava na cara do gol, o Fernandinho, que está na Seleção, o Dagoberto que depois se machucou e aí veio o Dênis Marques. Tinha muitas oportunidades, e aí tinha que estar bem para aproveitar - concluiu.
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