Diretoria do Grêmio tenta finalizar compra da Arena (Foto: Drone Service Brasil)
Os conselheiros do Grêmio levarão mais tempo do que o previsto para votar o novo contrato firmado entre clube e OAS para compra da gestão da Arena. A pedido da direção, a reunião que deveria ocorrer em 17 de novembro foi adiada e ainda não há nova data marcada. Tem chance, inclusive, de ser realizada apenas em 2015 por conta da proximidade do final de ano.
Um dos entraves para a realização da reunião do Conselho Deliberativo foi a falta da finalização do contrato, já que clube e empreiteira ainda estão em fase de esclarecimentos da negociação. Neste caso, não haveria tempo hábil para os conselheiros receberem o documento até o dia 17.
A expectativa inicial da direção gremista era de que a negociação estivesse concluída definitivamente até o início de 2015, quando deverá ocorrer finalmente a chamada "troca de chaves" entre as partes.
A compra da Arena, em termos de legado e consolidação como casa do Grêmio, foi considerado o carro-chefe da campanha vitoriosa de Romildo Bolzan para o biênio 2015/2016. Já a oposição considerou o anúncio como "eleitoreiro".
Números da negociação
A Arena tem um valor estimado de R$ 700 milhões. Porém, o Grêmio utilizou-se do Olímpico e da valorização dos índices construtivos tanto da área do antigo estádio quanto da região da Arena para reduzir esse montante. No total, o clube pagará R$ 360 milhões, divididos em parcelas mensais durante 20 anos, além de entregar o Olímpico, avaliado em R$ 170 milhões.
O momento mais complicado para o Grêmio, em termos de dívida, será nos primeiros seis anos, quando o clube pagará um montante de R$ 24 milhões anuais, enquanto a OAS paga o financiamento que fez para construir o estádio junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Nos anos seguintes, as dívidas anuais baterão na casa dos R$ 15,5 milhões.
Grêmio e OAS estão em tratativas avançadas desde o dia 2 de junho, quando clube e empreiteira assinaram contrato de renegociação para a Arena. Na época, o clube lançou uma ação nomeada como Operação Grêmio, cujo objetivo era de assumir a administração do estádio em até 12 meses. No entanto, Koff conseguiu reduzir esse período.
O Grêmio deixará de utilizar definitivamente a estrutura do Olímpico ao final do Brasileirão. Com a entrega do CT Luiz Carvalho, já inaugurado, a diretoria deve concretizar a transferência completa das esferas administrativas e esportivas para o bairro Humaitá a partir do início da próxima temporada.
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Um dos entraves para a realização da reunião do Conselho Deliberativo foi a falta da finalização do contrato, já que clube e empreiteira ainda estão em fase de esclarecimentos da negociação. Neste caso, não haveria tempo hábil para os conselheiros receberem o documento até o dia 17.
A expectativa inicial da direção gremista era de que a negociação estivesse concluída definitivamente até o início de 2015, quando deverá ocorrer finalmente a chamada "troca de chaves" entre as partes.
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A Arena tem um valor estimado de R$ 700 milhões. Porém, o Grêmio utilizou-se do Olímpico e da valorização dos índices construtivos tanto da área do antigo estádio quanto da região da Arena para reduzir esse montante. No total, o clube pagará R$ 360 milhões, divididos em parcelas mensais durante 20 anos, além de entregar o Olímpico, avaliado em R$ 170 milhões.
O momento mais complicado para o Grêmio, em termos de dívida, será nos primeiros seis anos, quando o clube pagará um montante de R$ 24 milhões anuais, enquanto a OAS paga o financiamento que fez para construir o estádio junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Nos anos seguintes, as dívidas anuais baterão na casa dos R$ 15,5 milhões.
Grêmio e OAS estão em tratativas avançadas desde o dia 2 de junho, quando clube e empreiteira assinaram contrato de renegociação para a Arena. Na época, o clube lançou uma ação nomeada como Operação Grêmio, cujo objetivo era de assumir a administração do estádio em até 12 meses. No entanto, Koff conseguiu reduzir esse período.
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