Michel Laurence faleceu neste sábado, aos 76 anos (Foto: Youtube)
O jornalista Michel Laurence faleceu neste sábado, aos 76 anos, em São Paulo, vítima de complicações decorrentes de uma cirurgia no braço. Nascido em 5 de setembro de 1938, em Marselha (França), Michel trabalhou em alguns dos principais veículos de comunicação do país e sempre se preocupou com os problemas do futebol brasileiro.
Em 1969, ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, o mais tradicional da imprensa brasileira, pela reportagem "O jogador é um escravo", escrita em parceria com José Maria de Aquino no jornal "O Estado de S. Paulo".
Atuou também no "Jornal da Tarde", "Última Hora" e "Jornal do Brasil". Em 1970, foi um dos fundadores da revista "Placar", onde ajudou a criar o prêmio "Bola de Prata", entregue até hoje aos melhores jogadores do Campeonato Brasileiro.
Também teve atuação destacada em emissoras de televisão, como a Globo, Record, Bandeirantes, Manchete e Cultura.
Participou da cobertura de oito Copas do Mundo. Como repórter, acompanhou de perto a carreira de Pelé no Santos e na seleção brasileira. O Rei do Futebol concedeu a ele a sua última entrevista como jogador do Peixe, no dia em que se despediu do clube paulista, em 2 de outubro de 1974.
Michel deixa seis filhos. Entre eles os jornalistas Bruno e Gerard Laurence, que trabalham na TV Globo e no canal Combate, respectivamente.
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Em 1969, ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, o mais tradicional da imprensa brasileira, pela reportagem "O jogador é um escravo", escrita em parceria com José Maria de Aquino no jornal "O Estado de S. Paulo".
Atuou também no "Jornal da Tarde", "Última Hora" e "Jornal do Brasil". Em 1970, foi um dos fundadores da revista "Placar", onde ajudou a criar o prêmio "Bola de Prata", entregue até hoje aos melhores jogadores do Campeonato Brasileiro.
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Participou da cobertura de oito Copas do Mundo. Como repórter, acompanhou de perto a carreira de Pelé no Santos e na seleção brasileira. O Rei do Futebol concedeu a ele a sua última entrevista como jogador do Peixe, no dia em que se despediu do clube paulista, em 2 de outubro de 1974.
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