Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Se Grêmio e Inter se juntassem e fundassem o Gre-Nal F.C., imagine que time, com o ataque do Inter e a defesa do Grêmio. Seria imbatível, o Bayern que se cuidasse. O problema seria o time ficar com a defesa do Inter e o ataque do Grêmio. Aí...melhor nem pensar.
Porque a defesa do Inter, cruzcredo, que defesa amiga do inimigo. Ontem, ela, a defesa, aprontou de novo. No primeiro tempo, o Corinthians atacou duas vezes, e fez dois gols. No segundo, atacou outras duas: numa a bola bateu no travessão, noutra o gol foi anulado (com correção, por sinal).
Na frente, os jogadores do Inter passaram a tarde procurando D'Alessandro, que esperava a bola pisando na cal da linha lateral direita. Ele recebia, derivava para o meio, passava, recebia de novo mais à frente, cortava para dentro do campo e levantava a bola em curva para dentro da área. Foi assim o tempo todo. Num dos lances, Fabrício, sozinho, cabeceou para fora (Fabrício, chegando de surpresa detrás, é o grande cabeceador do Inter). Em outro, o zagueiro do Corinthians falhou e Nilmar marcou o gol de desconto. Além desses, foram outros 30 levantamentos, um a cada três minutos de jogo. Se contar o tempo em que a bola esteve parada, pode-se dizer que o Inter “chuveirou” na área uma vez a cada minuto e meio. Insistência não faltou.
Foi exatamente o que faltou para o Grêmio, sábado, em Goiás. O time do Grêmio é melhor do que o Goiás, mesmo desfalcado como estava. Podia ter vencido o jogo, mas não ouve ousadia e, quando houve, o que não apareceu foi o talento. Sem o driblador Dudu e sem o único jogador do grupo que faz gol, Barcos, o Grêmio patrocinou uma partida soporífera. Se os dois times jogassem até o domingo que vem, o novo presidente da República seria anunciado antes que conseguissem acertar a bola no gol. Para 2015, Luiz Felipe precisará de pelo menos uns quatro jogadores de habilidade nas meias e no ataque, ou tudo será como sempre tem sido.
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Porque a defesa do Inter, cruzcredo, que defesa amiga do inimigo. Ontem, ela, a defesa, aprontou de novo. No primeiro tempo, o Corinthians atacou duas vezes, e fez dois gols. No segundo, atacou outras duas: numa a bola bateu no travessão, noutra o gol foi anulado (com correção, por sinal).
Na frente, os jogadores do Inter passaram a tarde procurando D'Alessandro, que esperava a bola pisando na cal da linha lateral direita. Ele recebia, derivava para o meio, passava, recebia de novo mais à frente, cortava para dentro do campo e levantava a bola em curva para dentro da área. Foi assim o tempo todo. Num dos lances, Fabrício, sozinho, cabeceou para fora (Fabrício, chegando de surpresa detrás, é o grande cabeceador do Inter). Em outro, o zagueiro do Corinthians falhou e Nilmar marcou o gol de desconto. Além desses, foram outros 30 levantamentos, um a cada três minutos de jogo. Se contar o tempo em que a bola esteve parada, pode-se dizer que o Inter “chuveirou” na área uma vez a cada minuto e meio. Insistência não faltou.
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