Foto: Luciano Amoretti / Divulgação
Não é à toa que, depois de 18 anos, o Grêmio voltou a conquistar o Gauchão das categorias Sub-17 e Sub-20, na mesma temporada, e que Felipão conta com 15 meninos da base no profissional, um número que tem tudo para ser aumentado nos próximos anos. Após anos com o Inter na hegemonia no aproveitamento e revelação de jovens jogadores, o Grêmio apostou em quatro pontos para recuperar, qualificar e colher mais frutos da base. Confira cada um deles:
1) Mudar estilo na busca de atletas
As mudanças na metodologia da base começaram no ano passado. Quebrando o estereótipo do jogador forte e grande, o Grêmio passou a priorizar a parte técnica.
– O mais importante é que os meninos vêm para serem formados com o DNA gremista. Eu não um tenho um pingo de dúvida que nossos jogadores que hoje estão 13, 14 anos terão um futuro brilhante – explica o coordenador geral das categorias de base, Junior Chávare.
2) Captação de jogadores
O segundo movimento feito por Chávare foi a captação de jogadores que chegassem para qualificar imediatamente os elencos, com o foco para uma eventual promoção aos profissionais.
– A captação era necessária. Se não tínhamos jogadores adequados, fomos buscar. Eu não poderia colher o que não tinha. Tínhamos uma dificuldade de nomes para promover – comenta Chávare.
3) Sistema especial de treinamento
Depois de captar jogadores com potencial técnico interessante, aliando-os às promessas que já estavam na base, o Grêmio criou um sistema especial de treinamentos para qualificar a preparação dos jogadores, com técnicos e horários para treinos de fundamentos, condicionamento físico e psicológico, o projeto Lapidar.
– É um programa multidisciplinar de aperfeiçoamento tático, técnico, físico, fisiológico, nutricional e emocional do atleta. É um dos legados desta gestão. Já tem influência direta na preparação dos jogadores. O Luan é o garoto-propaganda do projeto, que certamente ainda vai contribuir mais para as próximas gerações continuarem a evolução.
4) Verticalidade do departamento de futebol
Além dos recursos para buscar jovens com potencial, a facilidade de acesso ao grupo profissional é outro ponto explorado pelo clube.
– Cada jogador que chega sabe que terá oportunidades de crescer. Ele vê que o Felipão está observando e dando chances para os meninos no time de cima. No Grêmio, o jogador sabe que depende apenas dele para ter uma chance.
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1) Mudar estilo na busca de atletas
As mudanças na metodologia da base começaram no ano passado. Quebrando o estereótipo do jogador forte e grande, o Grêmio passou a priorizar a parte técnica.
– O mais importante é que os meninos vêm para serem formados com o DNA gremista. Eu não um tenho um pingo de dúvida que nossos jogadores que hoje estão 13, 14 anos terão um futuro brilhante – explica o coordenador geral das categorias de base, Junior Chávare.
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O segundo movimento feito por Chávare foi a captação de jogadores que chegassem para qualificar imediatamente os elencos, com o foco para uma eventual promoção aos profissionais.
– A captação era necessária. Se não tínhamos jogadores adequados, fomos buscar. Eu não poderia colher o que não tinha. Tínhamos uma dificuldade de nomes para promover – comenta Chávare.
3) Sistema especial de treinamento
Depois de captar jogadores com potencial técnico interessante, aliando-os às promessas que já estavam na base, o Grêmio criou um sistema especial de treinamentos para qualificar a preparação dos jogadores, com técnicos e horários para treinos de fundamentos, condicionamento físico e psicológico, o projeto Lapidar.
– É um programa multidisciplinar de aperfeiçoamento tático, técnico, físico, fisiológico, nutricional e emocional do atleta. É um dos legados desta gestão. Já tem influência direta na preparação dos jogadores. O Luan é o garoto-propaganda do projeto, que certamente ainda vai contribuir mais para as próximas gerações continuarem a evolução.
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