Arena do Grêmio deve ser comprada pelo Tricolor Gaúcho (Foto: Divulgação)
Após o presidente Fábio Koff, do Grêmio, sinalizar a proximidade do clube de arquirir os direitos de exploração da Arena, passa a ser desafio do Tricolor Gaúcho lucrar com seu novo estádio.
Conforme publicado em matéria do jornal Zero Hora, o clube ainda não tem planos para explorar comercialmente as possibilidade lucrativas do local.
Com um montante de R$ 360 milhões a ser pago à OAS em parcelas pelos próximos 20 anos, o Grêmio, além de quitar tal dívida, também necessitará arcar com as despesas de manutenção da Arena.
Para tal, a primeira (e mais lógica) alternativa seria vender os naming rights do estádio a alguma empresa interessada.
Fernando Ferreira, especialista em gestão esportiva e diretor da Pluri Consultoria, explicou ao Zero Hora que a alta rivalidade entre Grêmio e Internacional pode se tornar um obstáculo à negociação dos direitos nominais do estádio. Afinal, uma empresa dificilmente aceitaria ter seu nome tão fortemente ligado a apenas um dos dois grandes clubes gaúchos, já que correria o risco de ser vista com maus olhos pela torcida da equipe rival.
Não à toa, empresas como Banrisul, Tramontina e Unimed patrocinam ambos os clubes. Segundo Ferreira, a negociação dos naming rights da Arena do Grêmio e do Beira-Rio em conjunto, para uma mesma empresa, seria uma alternativa. Há, no entanto, a dificuldade financeira de um mesmo investidor bancar os dois negócios.
– A negociação em conjunto aumenta o poder de barganha. Mas não há nenhum caso de naming vendido duplamente. Pelo alto valor envolvido, raras empresas têm bala na agulha para investir – afirmou o especialista em gestão esportiva.
Para Amir Somoggi, consultor de marketing e gestão esportiva, a proximidade em que o Grêmio de encontra de comprar a Arena não é, por si só, positiva aos cofres do clube. Cabe à agremiação saber gerir de forma competente o estádio.
– É um passo a frente dos demais clubes. O Grêmio percebeu que é mais difícil criar ações comerciais e de marketing se você depende de um parceiro. Há risco pelo alto investimento, mas se a Arena tiver uma gestão profissional, o clube dará um salto qualitativo em seu faturamento – disse Somoggi.
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Para tal, a primeira (e mais lógica) alternativa seria vender os naming rights do estádio a alguma empresa interessada.
Fernando Ferreira, especialista em gestão esportiva e diretor da Pluri Consultoria, explicou ao Zero Hora que a alta rivalidade entre Grêmio e Internacional pode se tornar um obstáculo à negociação dos direitos nominais do estádio. Afinal, uma empresa dificilmente aceitaria ter seu nome tão fortemente ligado a apenas um dos dois grandes clubes gaúchos, já que correria o risco de ser vista com maus olhos pela torcida da equipe rival.
Não à toa, empresas como Banrisul, Tramontina e Unimed patrocinam ambos os clubes. Segundo Ferreira, a negociação dos naming rights da Arena do Grêmio e do Beira-Rio em conjunto, para uma mesma empresa, seria uma alternativa. Há, no entanto, a dificuldade financeira de um mesmo investidor bancar os dois negócios.
– A negociação em conjunto aumenta o poder de barganha. Mas não há nenhum caso de naming vendido duplamente. Pelo alto valor envolvido, raras empresas têm bala na agulha para investir – afirmou o especialista em gestão esportiva.
Para Amir Somoggi, consultor de marketing e gestão esportiva, a proximidade em que o Grêmio de encontra de comprar a Arena não é, por si só, positiva aos cofres do clube. Cabe à agremiação saber gerir de forma competente o estádio.
– É um passo a frente dos demais clubes. O Grêmio percebeu que é mais difícil criar ações comerciais e de marketing se você depende de um parceiro. Há risco pelo alto investimento, mas se a Arena tiver uma gestão profissional, o clube dará um salto qualitativo em seu faturamento – disse Somoggi.
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