Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
É em um gremista forjado na década de 1970 que a oposição aposta para ocupar a presidência do Grêmio no biênio 2015/2016. O advogado e jornalista Homero Bellini Júnior, 48 anos, apresenta-se pela segunda vez ao associado (já concorreu em 2012) como alternativa de renovação na política do clube.
— A partir dali, passei a ir em quase todos os jogos no Olímpico. Mas meu pai ainda não me deixava ir num Gre-Nal porque eu era muito pequeno — relembra.
Seu debute no clássico só viria três anos mais tarde, em 1977, na vitória por 3 a 0 que marcou a reestreia de Alcindo Bugre Xucro. Mas antes, em 1975, vibrou como nunca em uma noite chuvosa de julho com os três gols de Zequinha na vitória por 3 a 1 do time de camiseta celeste em pleno Beira-Rio.
— Foi o dia mais feliz da minha infância — destaca.
A paixão pelo clube ficou mais intensa em 1980, quando tornou-se sócio. Passou a integrar o cotidiano do Grêmio em 1992, na gestão de Rafael Bandeira, como diretor jurídico. Mas a história mais intensa dentro do clube ocorreu em 2001, na conturbada saída de Ronaldinho em meio à administração de José Alberto Guerreiro, quando ocupava a mesma função.
— O Grêmio ganhou o processo do Ronaldinho em primeiro grau, tanto que ele ficou sete meses sem jogar. Mas a diretoria não podia esperar seis anos até a sentença final. Então, me pediram para desistir da ação, porque a Fifa colocou isto como requisito para que o clube pudesse receber os US$ 5,5 milhões pela formação do jogador — conta Bellini.
Tricolor desde o berço, Bellini Júnior sofreu em uma "época desgraçada", como ele diz, marcada pelo octa gaúcho e os títulos brasileiros do rival em sua infância. Sua sala de aula tinha 27 colorados e três gremistas. Sua mãe, Neda, torcia para o Inter. O pai, Homero, era gremista. Mas ocupava mais seu tempo com os páreos de turfe no Hipódromo do Cristal do que levando o filho ao Olímpico.
Coube ao primo, Luiz Alberto, assumir este papel. E, numa tarde de sábado, em maio de 1974, com oito anos de idade, o pequeno Bellini adentrou o glorioso estádio pela primeira vez. E sentiu-se extasiado ao testemunhar ao vivo a vitória por 2 a 1 sobre o América-RJ, comemorando os dois gols de Loivo.
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— A partir dali, passei a ir em quase todos os jogos no Olímpico. Mas meu pai ainda não me deixava ir num Gre-Nal porque eu era muito pequeno — relembra.
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— Foi o dia mais feliz da minha infância — destaca.
A paixão pelo clube ficou mais intensa em 1980, quando tornou-se sócio. Passou a integrar o cotidiano do Grêmio em 1992, na gestão de Rafael Bandeira, como diretor jurídico. Mas a história mais intensa dentro do clube ocorreu em 2001, na conturbada saída de Ronaldinho em meio à administração de José Alberto Guerreiro, quando ocupava a mesma função.
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Tricolor desde o berço, Bellini Júnior sofreu em uma "época desgraçada", como ele diz, marcada pelo octa gaúcho e os títulos brasileiros do rival em sua infância. Sua sala de aula tinha 27 colorados e três gremistas. Sua mãe, Neda, torcia para o Inter. O pai, Homero, era gremista. Mas ocupava mais seu tempo com os páreos de turfe no Hipódromo do Cristal do que levando o filho ao Olímpico.
Coube ao primo, Luiz Alberto, assumir este papel. E, numa tarde de sábado, em maio de 1974, com oito anos de idade, o pequeno Bellini adentrou o glorioso estádio pela primeira vez. E sentiu-se extasiado ao testemunhar ao vivo a vitória por 2 a 1 sobre o América-RJ, comemorando os dois gols de Loivo.
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