Felipão foi xingado por parte da torcida do Palmeiras em seu primeiro reencontro com o clube
O técnico Luiz Felipe Scolari enfrentou pela primeira vez o Palmeiras desde que teve encerrada sua segunda passagem pelo clube em setembro de 2012. Na partida realizada na noite deste sábado, no Pacaembu, a principal torcida uniformizada alviverde, que não tinha boa relação com o treinador, provocou o comandante do Grêmio. Outro ex-alviverde, Barcos, também não escapou da ‘perseguição' dos fãs da equipe paulista.
Pouco antes da execução do hino nacional, a organizada entoou o canto "Não é mole, não, o Felipão afundou a Seleção", em referência à goleada por 7 a 1 sofrida pelo Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo. Em seguida, um grupo ainda xingou o técnico. Neste momento, o restante do estádio ficou dividido, pois, enquanto a maior parte ignorou o reencontro, houve torcedores que vaiaram e também os que aplaudiram o gaúcho.
Porém, depois do segundo gol palmeirense, a organizada voltou a cantar que Felipão "afundou a Seleção", desta vez ganhando a companhia de grande parte da torcida. Em campo, Felipão não teve do que se queixar da recepção. Antes de se acomodarem no banco de reservas para o início da partida, Patrick Vieira e Wendel foram ao banco do Grêmio e abraçaram o técnico e o auxiliar Murtosa. Os dois atletas estavam no Verdão na época do treinador, mas só o meia foi aproveitado, enquanto o volante trabalhava separado.
Ao terminar de cumprimentar os dois, o técnico deixou sua área reservada e abraçou também Dorival Júnior, com quem conversou por alguns minutos. Neste momento, o ex-gremista Leandro também estendeu a mão a Scolari, antes de se dirigir ao banco dos gaúchos para rever amigos.
Segundo técnico com mais jogos à frente do Palmeiras, com 408 partidas (atrás apenas de Osvaldo Brandão), Felipão teve sua segunda passagem encerrada em setembro de 2012, poucos meses depois de ter conquistado a Copa do Brasil, pois a situação do clube era muito complicada no Brasileirão. A troca do gaúcho por Gilson Kleina não salvou o time paulista do rebaixamento.
Assim como Felipão, Barcos voltou ao Pacaembu pela primeira vez para enfrentar o Palmeiras. O Pirata, que encarou o Verdão no jogo do primeiro turno, em Caxias do Sul, teve seu nome até mais vaiado do que o de Felipão no anúncio das escalações pelo placar eletrônico. O atacante ainda voltou a ser xingado depois de ter sido expulso, no segundo tempo.
Autor do gol gremista, o Pirata fez o gesto de cobrir um dos olhos e estender o outro braço, em direção à torcida tricolor, enquanto deixava o gramado por conta do cartão vermelho. Já os palmeirenses vaiaram muito e xingaram o atacante, que atuou pelo clube em 2012, transferindo-se para o Grêmio no início da temporada seguinte.
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Pouco antes da execução do hino nacional, a organizada entoou o canto "Não é mole, não, o Felipão afundou a Seleção", em referência à goleada por 7 a 1 sofrida pelo Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo. Em seguida, um grupo ainda xingou o técnico. Neste momento, o restante do estádio ficou dividido, pois, enquanto a maior parte ignorou o reencontro, houve torcedores que vaiaram e também os que aplaudiram o gaúcho.
Porém, depois do segundo gol palmeirense, a organizada voltou a cantar que Felipão "afundou a Seleção", desta vez ganhando a companhia de grande parte da torcida. Em campo, Felipão não teve do que se queixar da recepção. Antes de se acomodarem no banco de reservas para o início da partida, Patrick Vieira e Wendel foram ao banco do Grêmio e abraçaram o técnico e o auxiliar Murtosa. Os dois atletas estavam no Verdão na época do treinador, mas só o meia foi aproveitado, enquanto o volante trabalhava separado.
Ao terminar de cumprimentar os dois, o técnico deixou sua área reservada e abraçou também Dorival Júnior, com quem conversou por alguns minutos. Neste momento, o ex-gremista Leandro também estendeu a mão a Scolari, antes de se dirigir ao banco dos gaúchos para rever amigos.
Segundo técnico com mais jogos à frente do Palmeiras, com 408 partidas (atrás apenas de Osvaldo Brandão), Felipão teve sua segunda passagem encerrada em setembro de 2012, poucos meses depois de ter conquistado a Copa do Brasil, pois a situação do clube era muito complicada no Brasileirão. A troca do gaúcho por Gilson Kleina não salvou o time paulista do rebaixamento.
Assim como Felipão, Barcos voltou ao Pacaembu pela primeira vez para enfrentar o Palmeiras. O Pirata, que encarou o Verdão no jogo do primeiro turno, em Caxias do Sul, teve seu nome até mais vaiado do que o de Felipão no anúncio das escalações pelo placar eletrônico. O atacante ainda voltou a ser xingado depois de ter sido expulso, no segundo tempo.
Autor do gol gremista, o Pirata fez o gesto de cobrir um dos olhos e estender o outro braço, em direção à torcida tricolor, enquanto deixava o gramado por conta do cartão vermelho. Já os palmeirenses vaiaram muito e xingaram o atacante, que atuou pelo clube em 2012, transferindo-se para o Grêmio no início da temporada seguinte.
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