Torcida do Verdão não perdoou Barcos pela saída, em 2013 (Foto: Eduardo Viana/LANCE!Press)
Antes da bola rolar para o confronto entre Palmeiras e Grêmio, na noite deste sábado, no Pacaembu, a torcida do time da casa teve diversas reações nas arquibancadas. A começar pela informação do sistema de som sobre a derrota do Corinthians para o Botafogo, em jogo finalizado minutos antes do apito inicial do jogo do Verdão. A derrota do rival paulista por 1 a 0 animou os palmeirenses, que se dividiram quando o técnico Luiz Felipe Scolari entrou no gramado para comandar o clube gaúcho.
Felipão teve duas passagens pelo Palmeiras. A primeira, entre 1997 e 2000, foi coroada com o título da Libertadores de 99. A segunda, entre 2010 e 2012, teve um título da Copa do Brasil, mas foi encerrada com a iminência do rebaixamento para a Série B do Brasileirão, concretizada meses após sua saída. A partida deste sábado é a primeira vez que Felipão enfrenta o Palmeiras desde 2001. Por isso, a torcida se dividiu. Houve quem aplaudisse o experiente treinador, mas os torcedores organizados e a maioria dos comuns acabou vaiando. Até um canto foi entoado:
- Não é mole não, o Felipão afundou a Seleção - cantaram alguns torcedores do Verdão.
Se Felipão ainda teve poucos apoiadores, a história foi diferente com o atacante Hernán Barcos. O argentino defendeu o Palmeiras entre janeiro de 2012 e fevereiro de 2013, quando foi negociado com o Grêmio em transferência que gera debates até hoje em dia. Quando Barcos teve o nome anunciado pelo sistema de som do Pacaembu, foi bastante vaiado pela torcida. E assim segue a cada toque na bola do camisa 9 e capitão tricolor.
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Felipão teve duas passagens pelo Palmeiras. A primeira, entre 1997 e 2000, foi coroada com o título da Libertadores de 99. A segunda, entre 2010 e 2012, teve um título da Copa do Brasil, mas foi encerrada com a iminência do rebaixamento para a Série B do Brasileirão, concretizada meses após sua saída. A partida deste sábado é a primeira vez que Felipão enfrenta o Palmeiras desde 2001. Por isso, a torcida se dividiu. Houve quem aplaudisse o experiente treinador, mas os torcedores organizados e a maioria dos comuns acabou vaiando. Até um canto foi entoado:
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