Cantor Michel Teló é torcedor do Grêmio (Foto: Filipe Rodrigues)
A raça gaúcha embalou o jogo que não sai da cabeça do cantor Michel Teló. Ainda adolescente, em Mato Grosso do Sul, o cantor viu o Grêmio fazer um mata-mata cheio de rivalidade, reviravoltas e gols diante do Palmeiras, nas quartas de final da Taça Libertadores de 1995. No primeiro duelo, o Tricolor fez 5 a 0 sobre o Verdão, com pancadaria, três expulsões e três gols do artilheiro Jardel.
Quem esperava uma classificação tranquila após a goleada em Porto Alegre se enganou. Uma semana depois, no jogo da volta, a impressão era de que o passeio continuaria após Jardel marcar de barriga e abrir o placar. Mas o Verdão fez 5 a 1. A goleada no primeiro jogo não sai da cabeça de Teló.
- Lembro que o Grêmio fez 5 a 0 no jogo de ida, e no jogo de volta foi 5 a 1. O Danrlei fechando o pau com os caras. Depois deste jogo, conseguimos nos classificar. Depois, fomos campeões da Libertadores - lembra o cantor.
Com 14 anos na época, Michel Teló dava os primeiros passos como cantor no Grupo Tradição. Como a agenda ainda não era lotada como nos dias atuais, viajava pouco e assistia aos jogos do Grêmio em casa, com seus irmãos Teo e Teófilo, e o pai Aldo. Todos gremistas. A mãe, Nina, que pouco falava sobre futebol, era torcedora do Internacional. Mas para fazer a alegria dos filhos também comemorava os triunfos do Tricolor.
- Por morar no Mato Grosso do Sul, eu não conseguia assistir aos jogos no estádio. Era tudo em casa pela televisão com a minha família. Eu e meus irmãos somos todos malucos. Na época, era guri ainda. Então não dava para assistir no estádio. Meu pai e meu irmão viajaram para o Sul e assistiram ao jogo no estádio. Mas eu fiquei em casa - conta.
Expulsões no início, Jardel no fim e lição para o Grêmio
Grêmio e Palmeiras já tinham se enfrentado na primeira fase da Libertadores em dois jogos equilibrados e marcados pelo uso da força física. Por isso, a rivalidade já estava à flor da pele antes mesmo de a bola rolar. Quando o confronto teve início, não demorou para que as entradas desleais começassem. Aos 17 minutos, Rivaldo foi o primeiro a ser expulso, após entrada dura em Arce. Menos de 10 minutos depois, Dinho, do Tricolor Gaúcho, agrediu o palmeirense Valber, que revidou com um soco no nariz do adversário. Uma briga generalizada começou no campo e se estendeu às arquibancadas. A partida foi paralisada por 14 minutos. Na volta, Dinho e Valber foram expulsos.
Time-base do Grêmio que faturou a Libertadores, em 1995 (Foto: Divulgação/ Grêmio.net)
No jogo de nervos, quem levou a pior foi o Palmeiras. Sem Rivaldo, seu organizador de jogadas, o Verdão viu o Tricolor Gaúcho dominar as ações e abrir o placar aos 41 minutos com um chute certeiro de Arce. Devido à briga, a primeira etapa ultrapassou os 50 minutos. Nos acréscimos, Arilson acertou arremate de fora da área para ampliar. Com um a mais e o domínio psicológico do confronto, o Grêmio voltou à segunda etapa com pressão total. Foi a vez de a estrela de Jardel brilhar. Antecipando-se à defesa do Palmeiras, marcou três gols após cruzamentos na área e decretou o placar de 5 a 0.
Na volta, o Grêmio foi goleado por 5 a 1 e quase viu a classificação escapar. Os jogadores do Tricolor afirmaram ter aprendido a lição para vencer a Libertadores. E nada mais parou o Grêmio, que passou por Emelec nas semifinais e superou o Atlético Nacional na final. Jardel, com 12 gols, foi o artilheiro da competição. No Mundial Interclubes, no entanto, o Tricolor foi superado pelo Ajax.
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Quem esperava uma classificação tranquila após a goleada em Porto Alegre se enganou. Uma semana depois, no jogo da volta, a impressão era de que o passeio continuaria após Jardel marcar de barriga e abrir o placar. Mas o Verdão fez 5 a 1. A goleada no primeiro jogo não sai da cabeça de Teló.
- Lembro que o Grêmio fez 5 a 0 no jogo de ida, e no jogo de volta foi 5 a 1. O Danrlei fechando o pau com os caras. Depois deste jogo, conseguimos nos classificar. Depois, fomos campeões da Libertadores - lembra o cantor.
Com 14 anos na época, Michel Teló dava os primeiros passos como cantor no Grupo Tradição. Como a agenda ainda não era lotada como nos dias atuais, viajava pouco e assistia aos jogos do Grêmio em casa, com seus irmãos Teo e Teófilo, e o pai Aldo. Todos gremistas. A mãe, Nina, que pouco falava sobre futebol, era torcedora do Internacional. Mas para fazer a alegria dos filhos também comemorava os triunfos do Tricolor.
- Por morar no Mato Grosso do Sul, eu não conseguia assistir aos jogos no estádio. Era tudo em casa pela televisão com a minha família. Eu e meus irmãos somos todos malucos. Na época, era guri ainda. Então não dava para assistir no estádio. Meu pai e meu irmão viajaram para o Sul e assistiram ao jogo no estádio. Mas eu fiquei em casa - conta.
Expulsões no início, Jardel no fim e lição para o Grêmio
Grêmio e Palmeiras já tinham se enfrentado na primeira fase da Libertadores em dois jogos equilibrados e marcados pelo uso da força física. Por isso, a rivalidade já estava à flor da pele antes mesmo de a bola rolar. Quando o confronto teve início, não demorou para que as entradas desleais começassem. Aos 17 minutos, Rivaldo foi o primeiro a ser expulso, após entrada dura em Arce. Menos de 10 minutos depois, Dinho, do Tricolor Gaúcho, agrediu o palmeirense Valber, que revidou com um soco no nariz do adversário. Uma briga generalizada começou no campo e se estendeu às arquibancadas. A partida foi paralisada por 14 minutos. Na volta, Dinho e Valber foram expulsos.
Time-base do Grêmio que faturou a Libertadores, em 1995 (Foto: Divulgação/ Grêmio.net)No jogo de nervos, quem levou a pior foi o Palmeiras. Sem Rivaldo, seu organizador de jogadas, o Verdão viu o Tricolor Gaúcho dominar as ações e abrir o placar aos 41 minutos com um chute certeiro de Arce. Devido à briga, a primeira etapa ultrapassou os 50 minutos. Nos acréscimos, Arilson acertou arremate de fora da área para ampliar. Com um a mais e o domínio psicológico do confronto, o Grêmio voltou à segunda etapa com pressão total. Foi a vez de a estrela de Jardel brilhar. Antecipando-se à defesa do Palmeiras, marcou três gols após cruzamentos na área e decretou o placar de 5 a 0.
Na volta, o Grêmio foi goleado por 5 a 1 e quase viu a classificação escapar. Os jogadores do Tricolor afirmaram ter aprendido a lição para vencer a Libertadores. E nada mais parou o Grêmio, que passou por Emelec nas semifinais e superou o Atlético Nacional na final. Jardel, com 12 gols, foi o artilheiro da competição. No Mundial Interclubes, no entanto, o Tricolor foi superado pelo Ajax.
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