Barcos vai reencontrar a torcida do Palmeiras
Fernando Prass imagina que a torcida do Palmeiras fará pressão contra o atacante Hernán Barcos na partida deste sábado.
Principal referência ofensiva do Grêmio, o argentino volta ao Pacaembu, desta vez como adversário dos paulistas. Apesar da expectativa de cobrança dos alviverdes, o goleiro assegura que o time não tem qualquer sentimento diferente para encarar Barcos.
"Não vejo ansiedade de reencontro aqui, mas a torcida deve ter e não podemos deixar que passe para o campo. A torcida vai querer que alguém dê uma chegadinha mais forte no Barcos quando ele pegar na bola, mas não vamos poder levar para esse lado, tem que ter equilíbrio. Espero apoio da torcida e vamos ter de saber dosar", comentou o goleiro, que chegou ao Palmeiras na época da saída de Barcos.
O Palmeiras já enfrentou Barcos no primeiro turno, quando os dois clubes empataram por 0 a 0 no Alfredo Jaconi. Já neste sábado, o argentino atuará diante de uma maioria de palmeirenses, que já o idolatraram.
O atacante chegou ao clube paulista em 2012 e teve grande destaque, sendo até convocado para a seleção argentina. Porém, no início do ano seguinte, Barcos deixou o clube em uma negociação polêmica. O Palmeiras recebeu uma compensação financeira e mais quatro jogadores: Rondinelly, Vilson, Léo Gago e Leandro. Dos quatro, apenas o atacante permaneceu, mas só porque foi adquirido de forma definitiva.
A dívida que o Palmeiras tinha com a LDU, clube anterior de Barcos, contribuiu para o desfecho do negócio. Além disso, o atleta temia ficar distante da seleção argentina se atuasse pelo Palmeiras na Série B. Mas a diretoria comandada por Paulo Nobre sempre foi muito criticada pela transferência, até porque Marcelo Moreno, que também seria cedido ao Palmeiras, não aceitou a mudança de clube e nenhum outro atleta foi incluído no negócio.
Além de Barcos, o técnico Luiz Felipe Scolari também reencontrará o Palmeiras, clube que dirigiu até setembro de 2012. Do outro lado, o próprio Fernando Prass já teve passagem pelo Grêmio.
"Isso (clima diferente) tem quando é mais recente. O (reencontro de) Barcos e Felipão com o Palmeiras é mais nítido. Eu joguei por dez anos no Grêmio, mas hoje já é normal porque faz muito tempo que saí de lá. Estamos tratando como um jogo normal", ponderou o goleiro, que deixou o Grêmio em 2001.
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