Foto: Lucas Uebel/Grêmio
A noite desta quarta-feira marcará a estreia do Grêmio na Copa do Brasil, nas oitavas de final, diante do Goiás, no Serra Dourada. A partir das 19h30, mais uma vez o Tricolor será liderado pelo técnico Renato Portaluppi em um mata-mata decisivo. Bicampeão da competição, o ídolo gremista levou o Tricolor pelo menos até às semifinais nas três participações à frente do clube gaúcho.
Com o Grêmio, em três edições, Renato soma um título, em 2016, e duas semifinais, em 2013 e 2017. A Copa do Brasil de 2016 quebrou o jejum de títulos relevantes do Grêmio e começou um ciclo vitorioso que ainda tem as taças da Libertadores, em 2017, e da Recopa e do Gauchão, em 2018.

Turbinada por um prêmio de R$ 50 milhões, a competição ganha um peso maior na prioridade das equipes. Ano passado, Renato e os jogadores caíram na semi para o Cruzeiro, no Mineirão, nos pênaltis. Aquela partida marca, por sinal, uma das únicas eliminações do treinador em mata-mata após seu retorno ao clube.
– Coloquei na cabeça dos jogadores que precisavam aprender a gostar de ganhar. É inadmissível uma potência como essa ficar 15 anos sem um título nacional. As coisas tinham que mudar. Tem que colocar na cabeça do jogador. Que nem coloca na cabeça do filho, que tem que estudar. O Grêmio montou um grupo vencedor. Em 19 meses, disputou cinco finais, ganhou quatro, e perdemos para o Real Madrid, daquela forma, 1 a 0 em falha nossa. É um trabalho maravilhoso de todo mundo – destacou Renato em entrevista recente ao Sportv.
Com outros clubes, Renato tem o título da Copa do Brasil de 2007, com o Fluminense. Em 2006, chegou na final com o Vasco, mas foi superado pelo rival Flamengo. Em 2003, foi eliminado quando era o treinador do Fluminense, nas oitavas de final, em duas derrotas para o Sport. Em 2010, no Bahia, caiu para o Atlético-GO, na segunda fase. Com o Flumiense, em 2014, iniciou a campanha com derrota para o Horizonte e acabou demitido antes do segundo jogo. No total, esteve em oito edições da competição como treinador.
Desde a chegada de Renato, o Grêmio só foi eliminado de duas competições de mata-mata. Do Gauchão de 2017, na semifinal, para o Novo Hamburgo, e da Copa do Brasil do ano passado, para o Cruzeiro. Ambas nos pênaltis.
Nesta quarta-feira, o Tricolor pode preservar alguns jogadores por conta da maratona de jogos. Um elenco de 26 atletas viajou para Goiânia, em voo fretado, o que facilita uma possível decisão mais próxima da hora da partida. No sábado, o adversário é o Botafogo, no Rio de Janeiro, também outro duelo com potencial preservações.
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Com o Grêmio, em três edições, Renato soma um título, em 2016, e duas semifinais, em 2013 e 2017. A Copa do Brasil de 2016 quebrou o jejum de títulos relevantes do Grêmio e começou um ciclo vitorioso que ainda tem as taças da Libertadores, em 2017, e da Recopa e do Gauchão, em 2018.

Turbinada por um prêmio de R$ 50 milhões, a competição ganha um peso maior na prioridade das equipes. Ano passado, Renato e os jogadores caíram na semi para o Cruzeiro, no Mineirão, nos pênaltis. Aquela partida marca, por sinal, uma das únicas eliminações do treinador em mata-mata após seu retorno ao clube.
– Coloquei na cabeça dos jogadores que precisavam aprender a gostar de ganhar. É inadmissível uma potência como essa ficar 15 anos sem um título nacional. As coisas tinham que mudar. Tem que colocar na cabeça do jogador. Que nem coloca na cabeça do filho, que tem que estudar. O Grêmio montou um grupo vencedor. Em 19 meses, disputou cinco finais, ganhou quatro, e perdemos para o Real Madrid, daquela forma, 1 a 0 em falha nossa. É um trabalho maravilhoso de todo mundo – destacou Renato em entrevista recente ao Sportv.
Com outros clubes, Renato tem o título da Copa do Brasil de 2007, com o Fluminense. Em 2006, chegou na final com o Vasco, mas foi superado pelo rival Flamengo. Em 2003, foi eliminado quando era o treinador do Fluminense, nas oitavas de final, em duas derrotas para o Sport. Em 2010, no Bahia, caiu para o Atlético-GO, na segunda fase. Com o Flumiense, em 2014, iniciou a campanha com derrota para o Horizonte e acabou demitido antes do segundo jogo. No total, esteve em oito edições da competição como treinador.
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Nesta quarta-feira, o Tricolor pode preservar alguns jogadores por conta da maratona de jogos. Um elenco de 26 atletas viajou para Goiânia, em voo fretado, o que facilita uma possível decisão mais próxima da hora da partida. No sábado, o adversário é o Botafogo, no Rio de Janeiro, também outro duelo com potencial preservações.
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