Vilson Ribeiro de Andrade é o presidente da comissão de clubes (Foto: Paulo Sergio/L!Press)
Os clubes que não cumprirem a proposta de Fair Play financeiro que deve entrar no Projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte podem ser rebaixados, após advertências. A medida foi definida pelo Bom Senso F.C., os clubes e a CBF.
O Projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte primeiro passará pela avaliação do poder executivo, e se aprovado, irá para votação no Congresso. O objetivo é que o projeto seja votado ainda em 2014, mas esse prazo pode atrasar por causa do segundo turno das eleições.
Outra requisição do Bom Senso FC para a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte é o limite de gastos do futebol em 70% das receitas dos clubes, mas ela foi rejeitada pelos dirigentes. Segundo Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba e da Comissão de Clubes da CBF, essa posição não será revista. Um acordo sobre o caso era esperado para a segunda-feira, mas não ocorreu.
– Não abrimos mão. Na nossa visão, é uma interferência direta na gestão. A limitação não pode ser desse jeito. Concordamos com a política de impedir que haja déficit operacional, que tem o mesmo efeito e evita que os clubes voltem a acumular dívidas. Tem clubes que precisam investir porque só têm o futebol – explicou.
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O Projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte primeiro passará pela avaliação do poder executivo, e se aprovado, irá para votação no Congresso. O objetivo é que o projeto seja votado ainda em 2014, mas esse prazo pode atrasar por causa do segundo turno das eleições.
Outra requisição do Bom Senso FC para a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte é o limite de gastos do futebol em 70% das receitas dos clubes, mas ela foi rejeitada pelos dirigentes. Segundo Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba e da Comissão de Clubes da CBF, essa posição não será revista. Um acordo sobre o caso era esperado para a segunda-feira, mas não ocorreu.
– Não abrimos mão. Na nossa visão, é uma interferência direta na gestão. A limitação não pode ser desse jeito. Concordamos com a política de impedir que haja déficit operacional, que tem o mesmo efeito e evita que os clubes voltem a acumular dívidas. Tem clubes que precisam investir porque só têm o futebol – explicou.
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