Jorge Larrionda esteve na CBF nesta quinta-feira (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)
O ex-árbitro e instrutor da Fifa, Jorge Larrionda, revisou junto aos principais árbitros brasileiros, poucos jogadores e jornalistas o entendimento da entidade acerca da interpretação que a arbitragem deve ter nos lances de bola na mão.
O uruguaio praticamente repetiu a apresentação feita a 72 integrantes do quadro da CBF, em Teresópolis, há cerca de um mês, e usou vídeos para exemplificar como o árbitro deve se portar.
- A regra não mudou. Mas também não mudou nossa dificuldade de tomar uma decisão. Nossa equipe de árbitros continua com problemas para lidar com essa situação. Por isso estamos tentando dar formas de resolver essa situação – afirmou Larrionda.
Os 20 capitães da Série A foram convidados, mas só representantes de quatro clubes apareceram: Corinthians (Fábio Santos), Cruzeiro (Tinga), Internacional (Indio) e Sport (Wendel).
A maior parte dos vídeos foi de lances da Copa do Mundo. Do futebol nacional, só o pênalti marcado por Sandro Meira Ricci a favor do Flamengo diante do Corinthians foi usado como exemplo negativo.
- O que se mostrou na Copa é a filosofia do departamento de arbitragem da Fifa. O que se mostrou aqui representa um pouco o espírito – afirmou o uruguaio, que elogiou a arbitragem brasileira.
Em termos de conceitos, Larrionda reforçou que o jogador assume o risco quando vai para uma disputa de bola
- Estamos falando de ações deliberadas. Quando um jogador usa o corpo todo, inclusive os braços. Quando amplio o volume do corpo, sou responsável. O risco é meu como defensor. Quem deve pagar é o defensor e não o rival. Pode ser natural, mas ampliou a área, assumiu o risco. O conselho é que marque – comentou o instrutor.
Entre os árbitros, a sensação é que a simples avaliação sobre a intencionalidade de tocar ou não na bola deixou de ser o centro da questão.
- O posicionamento das mãos. Analisar a cada jogada qual posição assume ele. Não estamos no momento de analisar se teve vontade ou não. Isso é fácil de ver. É para principiantes. Estamos falando de coisas mais complexas. Temos que analisar se o jogador obteve vantagem com as mãos – explicou Larrionda, que pede transparência nos critérios adotados pelo apito:
- A comunicação entre a arbitragem e o entorno é vital para que não pareça que estão em ilhas separadas. Tem que saber o que estão fazendo os árbitros. Somos da mesma família.
VEJA TAMBÉM
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- Dificuldades táticas do Grêmio geram urgência por reavaliação na sequência da temporada
- Grêmio vira vitrine mundial com jogadores na pré-lista da Copa
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- A regra não mudou. Mas também não mudou nossa dificuldade de tomar uma decisão. Nossa equipe de árbitros continua com problemas para lidar com essa situação. Por isso estamos tentando dar formas de resolver essa situação – afirmou Larrionda.
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Entre os árbitros, a sensação é que a simples avaliação sobre a intencionalidade de tocar ou não na bola deixou de ser o centro da questão.
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- A comunicação entre a arbitragem e o entorno é vital para que não pareça que estão em ilhas separadas. Tem que saber o que estão fazendo os árbitros. Somos da mesma família.
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