Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
"Me chamo Nathan Ferreira e, em 90% dos dias do ano, uso alguma roupa do Grêmio. Depois de passar seis dias de barco pelo Rio Amazonas, cheguei à Colômbia, país em que levantamos pela segunda vez a taça da Libertadores. Por aqui, todos lembram de Dinho, Rivarola, Arce, Paulo Nunes, Jardel, Danrlei e Felipão. Vim para morar um tempo. Aluguei uma casa na cidade de Taganga, de 6 mil habitantes, povoado pequeno e humilde.
Aqui, fiz o que sempre faço quando me instalo em algum lugar: pus minha bandeira oficial do Imortal na janela e desfilei sempre com minhas roupas do Grêmio. Certo dia, três adolescentes colombianos bateram em minha porta. Vieram pedir minha bandeira emprestada, pois haviam fundado um Grêmio nesta cidade. Os guris têm menos de 15 anos. São ou não são copeiros?
Bravos
Esse trio me deu alegria jamais sentida, me fez sentir uma felicidade que não há como descrever. Rodei o Brasil atrás do Grêmio, já fui para o Exterior, fiz uma faixa de 12m em que estava escrito "Grêmio" só para levar em um jogo do Brasil na Inglaterra, quando morei na Irlanda. Mas nada disso se compara com a alegria de ver essa gurizada jogando em um areião esburacado, sob sol de 40°C.
Esses guris me fizeram sentir a emoção de estar em outro país e poder gritar "Grêmiooooooo". Todos com camisas e calções do Grêmio. Da para ver que têm atitude, pois tentaram fazê-los mudar de ideia. Mas eles insistiram. Estão em um campeonato intercolegial. Ganhando esse campeonato, representarão a cidade em outro torneio numa cidade grande, com o uniforme do Grêmio. Vi dois jogos deles e tenho certeza de que lutarão com a conhecida bravura tricolor para chegar ao seu objetivo."
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"Me chamo Nathan Ferreira e, em 90% dos dias do ano, uso alguma roupa do Grêmio. Depois de passar seis dias de barco pelo Rio Amazonas, cheguei à Colômbia, país em que levantamos pela segunda vez a taça da Libertadores. Por aqui, todos lembram de Dinho, Rivarola, Arce, Paulo Nunes, Jardel, Danrlei e Felipão. Vim para morar um tempo. Aluguei uma casa na cidade de Taganga, de 6 mil habitantes, povoado pequeno e humilde.
Aqui, fiz o que sempre faço quando me instalo em algum lugar: pus minha bandeira oficial do Imortal na janela e desfilei sempre com minhas roupas do Grêmio. Certo dia, três adolescentes colombianos bateram em minha porta. Vieram pedir minha bandeira emprestada, pois haviam fundado um Grêmio nesta cidade. Os guris têm menos de 15 anos. São ou não são copeiros?
Bravos
Esse trio me deu alegria jamais sentida, me fez sentir uma felicidade que não há como descrever. Rodei o Brasil atrás do Grêmio, já fui para o Exterior, fiz uma faixa de 12m em que estava escrito "Grêmio" só para levar em um jogo do Brasil na Inglaterra, quando morei na Irlanda. Mas nada disso se compara com a alegria de ver essa gurizada jogando em um areião esburacado, sob sol de 40°C.
Esses guris me fizeram sentir a emoção de estar em outro país e poder gritar "Grêmiooooooo". Todos com camisas e calções do Grêmio. Da para ver que têm atitude, pois tentaram fazê-los mudar de ideia. Mas eles insistiram. Estão em um campeonato intercolegial. Ganhando esse campeonato, representarão a cidade em outro torneio numa cidade grande, com o uniforme do Grêmio. Vi dois jogos deles e tenho certeza de que lutarão com a conhecida bravura tricolor para chegar ao seu objetivo."
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