Casa de Patrícia Moreira foi incendiada em Porto Alegre (Foto: Arquivo pessoal)
O homem de 28 anos que confessou ter colocado fogo em parte da casa da torcedora Patrícia Moreira, flagrada ao gritar “macaco” para o goleiro santista Aranha, foi denunciado pelo Ministério Público por incêndio criminoso. O processo foi encaminhado para a 1ª Vara Criminal do Foro do Alto Petrópolis, em Porto Alegre.
O caso ocorreu no dia 12 de setembro. No mesmo dia, ele acabou detido pela polícia e, em depoimento, declarou que estava descontente com as atitudes tomadas pela jovem. As chamas começaram por volta das 4h. Não havia ninguém na residência, pois a família de Patrícia deixou o local desde o incidente no jogo entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil, em 28 de agosto.
De acordo com a promotoria, se condenado, a pena de reclusão é de três a seis anos e ainda pagamento de multa, cujo valor será estipulado pela Justiça. A denúncia tem ainda o agravante pelo fato do delito ter sido cometido em uma residência.
Torcedores indiciados
A Polícia Civil indiciou quatro torcedores do Grêmio por injúria racial no inquérito sobre insultos ao goleiro Aranha. Os documentos foram remetidos à Justiça na terça-feira. Além de Patrícia, estão no inquérito os nomes de Éder Braga, que é negro, Rodrigo Rychter e Fernando Ascal.
Conforme o delegado regional de Porto Alegre, Cleber Ferreira, as investigações vão continuar para tentar identificar os outros nomes. A pena para injúria racial é de um a três anos de reclusão, mas a polícia afirma que a Justiça pode decidir, por exemplo, que os torcedores tenham de se apresentar em delegacias em horários de jogos.
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O caso ocorreu no dia 12 de setembro. No mesmo dia, ele acabou detido pela polícia e, em depoimento, declarou que estava descontente com as atitudes tomadas pela jovem. As chamas começaram por volta das 4h. Não havia ninguém na residência, pois a família de Patrícia deixou o local desde o incidente no jogo entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil, em 28 de agosto.
De acordo com a promotoria, se condenado, a pena de reclusão é de três a seis anos e ainda pagamento de multa, cujo valor será estipulado pela Justiça. A denúncia tem ainda o agravante pelo fato do delito ter sido cometido em uma residência.
Torcedores indiciados
A Polícia Civil indiciou quatro torcedores do Grêmio por injúria racial no inquérito sobre insultos ao goleiro Aranha. Os documentos foram remetidos à Justiça na terça-feira. Além de Patrícia, estão no inquérito os nomes de Éder Braga, que é negro, Rodrigo Rychter e Fernando Ascal.
Conforme o delegado regional de Porto Alegre, Cleber Ferreira, as investigações vão continuar para tentar identificar os outros nomes. A pena para injúria racial é de um a três anos de reclusão, mas a polícia afirma que a Justiça pode decidir, por exemplo, que os torcedores tenham de se apresentar em delegacias em horários de jogos.
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