Foto: Lucas Uebel/Grêmio.
A situação criada nos últimos dias entre Koff e Cacalo foi constrangedora.
Ao saber dos planos do ex-vice de futebol, o atual presidente o chamou na sua sala e os dois tiveram uma reunião tensa e cercada de egos. Lá, Cacalo ouviu que, se fosse candidato, teria que concorrer com Koff e recebeu o seguinte recado:
“Vamos ver quem tem mais farinha no saco.”
Mesmo assim, não se intimidou e foi a luta. Passou a quinta-feira toda recolhendo assinaturas de conselheiros para escrever sua chapa.
Koff foi para o Rio de Janeiro, mas deixou representantes em Porto Alegre. Dois envelopes estavam prontos, um com o nome de Romildo, outro com o seu. A pressão nos bastidores foi gigante. Cacalo fez seu nome circular em todos as esferas e buscou todo o tipo de apoio para saber se realmente teria chances contra o “véio”.
Não teria, aliás, ninguém tem. Ninguém jamais teria. É um Mundial, duas Libertadores, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e dezenas de Gauchões e clássicos vencidos nas costas da lenda.
Vendo isso, o debatedor do Sala de Redação usou o potente microfone da Rádio Gaúcha para desistir oficialmente do sonho de voltar ao Grêmio. Após chorar e dizer que nunca bateria de frente com seu mentor, Luiz Carlos Silveira Martins se explicou.
“Não me senti capaz de deixar algumas atividades que tenho. Não me senti capaz de repetir aquela dedicação. Lamento minha decisão. Esgotei todos diálogos possíveis. Mas vivo do meu trabalho. Ao sair do Grêmio precisei trabalhar. Não fiz fortuna.”
Porém, pra quem vive no clube as coisas não foram bem assim. O fato, pelo que se conta, é que ele realmente viu que teria uma derrota homérica para Fábio André Koff.
Ontem, no pátio do Estádio Olímpico, vi vários conselheiros tirando sarro da situação. Uns disseram que ele começaria a vender pipoca por ter pipocado na eleição e outros brincavam dizendo que Cacalo estaria escondido no estacionamento esperando chegar perto das 20h para registrar sua chapa no último momento.
As brincadeiras, claro, causaram muitas risadas em todos, mas fizeram um ex-presidente virar chacota no Grêmio.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio vira sobre o Cascavel com show de Carlos Vinícius, estreia de Wallace e preocupação com lesão
- Luís Castro admite erro do Grêmio, elogia reação e confirma esquema com camisa 10
- Decisão do Grêmio muda destino de Viery e rende negociação histórica com a Fiorentina
A situação criada nos últimos dias entre Koff e Cacalo foi constrangedora.
Ao saber dos planos do ex-vice de futebol, o atual presidente o chamou na sua sala e os dois tiveram uma reunião tensa e cercada de egos. Lá, Cacalo ouviu que, se fosse candidato, teria que concorrer com Koff e recebeu o seguinte recado:
“Vamos ver quem tem mais farinha no saco.”
Mesmo assim, não se intimidou e foi a luta. Passou a quinta-feira toda recolhendo assinaturas de conselheiros para escrever sua chapa.
Koff foi para o Rio de Janeiro, mas deixou representantes em Porto Alegre. Dois envelopes estavam prontos, um com o nome de Romildo, outro com o seu. A pressão nos bastidores foi gigante. Cacalo fez seu nome circular em todos as esferas e buscou todo o tipo de apoio para saber se realmente teria chances contra o “véio”.
Não teria, aliás, ninguém tem. Ninguém jamais teria. É um Mundial, duas Libertadores, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e dezenas de Gauchões e clássicos vencidos nas costas da lenda.
Vendo isso, o debatedor do Sala de Redação usou o potente microfone da Rádio Gaúcha para desistir oficialmente do sonho de voltar ao Grêmio. Após chorar e dizer que nunca bateria de frente com seu mentor, Luiz Carlos Silveira Martins se explicou.
“Não me senti capaz de deixar algumas atividades que tenho. Não me senti capaz de repetir aquela dedicação. Lamento minha decisão. Esgotei todos diálogos possíveis. Mas vivo do meu trabalho. Ao sair do Grêmio precisei trabalhar. Não fiz fortuna.”
Porém, pra quem vive no clube as coisas não foram bem assim. O fato, pelo que se conta, é que ele realmente viu que teria uma derrota homérica para Fábio André Koff.
Ontem, no pátio do Estádio Olímpico, vi vários conselheiros tirando sarro da situação. Uns disseram que ele começaria a vender pipoca por ter pipocado na eleição e outros brincavam dizendo que Cacalo estaria escondido no estacionamento esperando chegar perto das 20h para registrar sua chapa no último momento.
As brincadeiras, claro, causaram muitas risadas em todos, mas fizeram um ex-presidente virar chacota no Grêmio.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio vira sobre o Cascavel com show de Carlos Vinícius, estreia de Wallace e preocupação com lesão
- Luís Castro admite erro do Grêmio, elogia reação e confirma esquema com camisa 10
- Decisão do Grêmio muda destino de Viery e rende negociação histórica com a Fiorentina

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
Grêmio vira sobre o Cascavel com show de Carlos Vinícius, estreia de Wallace e preocupação com lesão
Luís Castro admite erro do Grêmio, elogia reação e confirma esquema com camisa 10
Decisão do Grêmio muda destino de Viery e rende negociação histórica com a Fiorentina
Grêmio reage, vira sobre o Cascavel e Carlos Vinícius rouba a cena em amistoso
Carlos Vinicius brilha na vitória do Grêmio e revela potencial em amistoso contra o Cascavel
Carlos Vinícius brilha com dois gols e leva Grêmio à virada no amistoso contra o Cascavel
Grêmio viverá sequência decisiva contra o Mirassol entre Brasileirão e Copa do Brasil
VAI PRO JOGO? Novo reforço do Grêmio já viaja e pode fazer estreia contra o Cascavel
Grêmio bate meta de vendas com Viery e ainda pode negociar mais jogadores
Cascavel x Grêmio: onde assistir, horário e prováveis escalações do amistoso