Foto: Divulgação/Grêmio Unido.
Quando o assessor de futebol Marcos Chitolina fala que seu trabalho não teve repercussão porque ele não tem vaidade, tem algum fundamento.
Quem acompanha de perto o processo eleitoral do Grêmio sabe que os egos são gigantes de todos os lados. E mesmo com Fábio Koff, maior dirigente gremista da história, isso vem ocorrendo. Depois de voltar para o clube pra não deixar Odone continuar, agora ele e Cacalo é que estão em rota de colisão.
Há alguns dias, sabendo que Cacalo se movimentava para lançar campanha, Koff o chamou no Estádio Olímpico e deixou bem claro. Se ele for, o presidente também iria. Por óbvio, ninguém quer concorrer com o “véio” não tem como, é suicídio.
Só que as coisas mudaram recentemente. Como Romildo já foi anunciado oficialmente e Koff está apenas como vice de futebol, Luiz Carlos Silveira Martins colocou suas asas de fora novamente. Apoiado por Alberto Guerra e o ídolo Danrlei, Cacalo vem ser articulando nos bastidores para registar a chapa nos últimos momentos.
O prazo final é amanhã às 20h.
Sabendo disso, um apoiador de Romildo e Koff chegou a dizer que se Cacalo for, Koff irá também. Mesmo já tendo feito todo o estardalhaço anunciando o nome do ex-prefeito de Osório, ele é quem mataria no peito e não deixaria o seu ex-vice e atual comentarista da Rádio Gaúcha entrar de favorito na parada.
Resumindo: Os dois estão em rota de colisão.
E este é o retrato atual do Grêmio. Sobram egos, faltam títulos e futebol.
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