Gremistas comemoram último triunfo no Maracanã, sobre o Flamengo (Foto: Getty Images)
O Grêmio embarcou em direção ao Rio de Janeiro, no começo da tarde desta terça-feira, para uma pequena maratona de jogos contra cariocas no Maracanã. Às 22h desta quarta, enfrenta o Fluminense, pela 24ª rodada do Brasileirão. Retorna a Porto Alegre na quinta, mas tem compromisso marcado para o mesmo local no domingo, às 16h, quando encara o Botafogo. Ainda em solo gaúcho, Scolari definiu a missão gremista nas partidas: é preciso somar quatro pontos. Mesmo longe de casa, o Tricolor leva consigo um trunfo: o retrospecto positivo diante de rivais da Cidade Maravilhosa.
A começar pela temporada atual. No primeiro turno, o Grêmio somou 100% de aproveitamento contra os três cariocas. Três vitórias pelo placar mínimo: 1 a 0 sobre o Fluminense e 2 a 1 sobre o Botafogo, na Arena, e 1 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã - estádio em que o Tricolor ainda não perdeu desde a reforma. Campanha que não é motivo de tranquilidade aos gremistas.
- (O Maracanã) é um estádio muito bom de se jogar, fantástico por toda a história que envolve. Existe o retrospecto positivo, mas cada jogo é um jogo, tem sua história. Temos dois jogos no Maracanã. O primeiro, na quarta, tem sua história, seu momento. Tudo o que já foi construído não serve para o jogo. No domingo também. É outro jogo difícil contra outra boa equipe - pondera o goleiro Marcelo Grohe.
A derrota, por sinal, é um termo pouco usual aos gremistas para se referir a um dos quatro grandes do Rio recentemente. O último tropeço ocorreu há mais de dois anos e quatro meses. Há 857 dias, o Vasco venceu por 2 a 1 em 20 de maio de 2012, na primeira rodada do Brasileirão daquele ano, em São Januário.
Naquela partida, vascaínos e gremistas entraram com pensamentos distantes e com times reservas. Os gaúchos davam atenção à Copa do Brasil, e os cariocas, à Libertadores. Melhor para os donos da casa, que triunfaram com gols de Alecsandro e Fellipe Bastos, hoje no Tricolor. O volante Fernando descontou para o Grêmio.
Foram 18 jogos, com 14 vitórias e quatro empates pelo nacional desde então. Aproveitamento de 85%, com 27 gols marcados e apenas 10 sofridos. A sequência positiva começou ainda em 2012, com Vanderlei Luxemburgo no comando. O Grêmio somou quatro triunfos e três empates, nos outros sete jogos contra cariocas na competição.

Em 2013, o aproveitamento esteve próximo da perfeição. O Tricolor somou 22 dos 24 possíveis - 91,6%. Só não bateu o Fluminense no Maracanã, em uma partida polêmica. O Grêmio saiu na frente com Bressan, mas cedeu o empate aos 45 da segunda etapa. Kleber foi lançado livre no campo de ataque, mas teve impedimento assinalado por Alício Pena Júnior. De forma equivocada: o atacante havia partido do campo de defesa. No lance seguinte, Rafael Sóbis igualou o marcador.
Mesmo com o retrospecto positivo, os gremistas mantém atenção máxima com o sistema defensivo para o confronto. A invencibilidade de seis jogos da defesa é uma das armas de Luiz Felipe Scolari para parar o ataque do Fluminense nesta quarta, o terceiro mais efetivo do Brasileirão, com 37 gols anotados.
- Não perder é o primeiro passo. O segundo é buscar a vitória. Jogando fora de casa contra uma grande equipe, o 0 a 0 nunca é mau resultado. A gente sempre busca a vitória, mas ela se inicia a partir do momento em que a gente não toma gol. Vencendo, a gente tem chance de buscar o G-4 e estar mais inserido na parte de cima da tabela e afasta o Fluminense - analisa o volante Ramiro.
O Grêmio é quinto colocado do Brasileirão, com 39 pontos, três a mais que o Flu, sétimo, com 36. As duas equipes entram em campo às 22h, no Brasileirão.
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A começar pela temporada atual. No primeiro turno, o Grêmio somou 100% de aproveitamento contra os três cariocas. Três vitórias pelo placar mínimo: 1 a 0 sobre o Fluminense e 2 a 1 sobre o Botafogo, na Arena, e 1 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã - estádio em que o Tricolor ainda não perdeu desde a reforma. Campanha que não é motivo de tranquilidade aos gremistas.
- (O Maracanã) é um estádio muito bom de se jogar, fantástico por toda a história que envolve. Existe o retrospecto positivo, mas cada jogo é um jogo, tem sua história. Temos dois jogos no Maracanã. O primeiro, na quarta, tem sua história, seu momento. Tudo o que já foi construído não serve para o jogo. No domingo também. É outro jogo difícil contra outra boa equipe - pondera o goleiro Marcelo Grohe.
A derrota, por sinal, é um termo pouco usual aos gremistas para se referir a um dos quatro grandes do Rio recentemente. O último tropeço ocorreu há mais de dois anos e quatro meses. Há 857 dias, o Vasco venceu por 2 a 1 em 20 de maio de 2012, na primeira rodada do Brasileirão daquele ano, em São Januário.
Naquela partida, vascaínos e gremistas entraram com pensamentos distantes e com times reservas. Os gaúchos davam atenção à Copa do Brasil, e os cariocas, à Libertadores. Melhor para os donos da casa, que triunfaram com gols de Alecsandro e Fellipe Bastos, hoje no Tricolor. O volante Fernando descontou para o Grêmio.
Foram 18 jogos, com 14 vitórias e quatro empates pelo nacional desde então. Aproveitamento de 85%, com 27 gols marcados e apenas 10 sofridos. A sequência positiva começou ainda em 2012, com Vanderlei Luxemburgo no comando. O Grêmio somou quatro triunfos e três empates, nos outros sete jogos contra cariocas na competição.

Em 2013, o aproveitamento esteve próximo da perfeição. O Tricolor somou 22 dos 24 possíveis - 91,6%. Só não bateu o Fluminense no Maracanã, em uma partida polêmica. O Grêmio saiu na frente com Bressan, mas cedeu o empate aos 45 da segunda etapa. Kleber foi lançado livre no campo de ataque, mas teve impedimento assinalado por Alício Pena Júnior. De forma equivocada: o atacante havia partido do campo de defesa. No lance seguinte, Rafael Sóbis igualou o marcador.
Mesmo com o retrospecto positivo, os gremistas mantém atenção máxima com o sistema defensivo para o confronto. A invencibilidade de seis jogos da defesa é uma das armas de Luiz Felipe Scolari para parar o ataque do Fluminense nesta quarta, o terceiro mais efetivo do Brasileirão, com 37 gols anotados.
- Não perder é o primeiro passo. O segundo é buscar a vitória. Jogando fora de casa contra uma grande equipe, o 0 a 0 nunca é mau resultado. A gente sempre busca a vitória, mas ela se inicia a partir do momento em que a gente não toma gol. Vencendo, a gente tem chance de buscar o G-4 e estar mais inserido na parte de cima da tabela e afasta o Fluminense - analisa o volante Ramiro.
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