Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Mesmo tento conquistado 17 pontos dos últimos 21 disputados, o ambiente político mais uma vez faz de tudo para atrapalhar o Tricolor na disputa do Campeonato Brasileiro.
Agora é a saída do assessor de futebol Marcos Chitolina que acaba conturbando todo clima e gera insegurança nos bastidores. O próprio Chitolina já tinha dito anteriormente que tinha pedido pra sair em 4 oportunidades, mas o presidente Fábio Koff o segurou até o final do ano.
Porém, ontem foi seu último dia de trabalho pelo Grêmio. Ele não vai mais ajudar o clube.
E eu sou obrigado a concordar com as palavras do Conselheiro Airton Ruschel, que faz parte da chapa de Homero Bellini Jr., em seu Twitter.
“Não criticamos o departamento futebol para não sermos acusados de desestabilizar o vestiário em época de eleição. Aí demitem o vice de futebol…”
Faz sentido. Realmente é difícil entender algumas situações na política do Grêmio.
A informação que circula é que Chitolina não se acertou com Romildo Bolzan Jr., candidato apoiado por Koff para lhe suceder e saiu de vez. Ele e Fábio Koff Jr, filho do presidente, já não se davam tão bem há um bom tempo e isso teria agravado a coisa.
Aí eu pergunto: O que o FILHO do presidente tem a ver com a situação?
Mas enfim, deixa quieto. A política é mais interessante. O futebol que se exploda, né? Parece que ele nem é importante!
Por sinal, tem Grêmio x Fluminense, nesta quarta, às 22h, no Maracanã.
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Porém, ontem foi seu último dia de trabalho pelo Grêmio. Ele não vai mais ajudar o clube.
E eu sou obrigado a concordar com as palavras do Conselheiro Airton Ruschel, que faz parte da chapa de Homero Bellini Jr., em seu Twitter.
“Não criticamos o departamento futebol para não sermos acusados de desestabilizar o vestiário em época de eleição. Aí demitem o vice de futebol…”
Faz sentido. Realmente é difícil entender algumas situações na política do Grêmio.
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Aí eu pergunto: O que o FILHO do presidente tem a ver com a situação?
Mas enfim, deixa quieto. A política é mais interessante. O futebol que se exploda, né? Parece que ele nem é importante!
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