Foto: Marcelo Oliveira
Há 578 dias, as arquibancadas de pedra do Olímpico não tremem mais. Desde 17 de fevereiro de 2013, o Velho Casarão gremista agoniza, mas não morre. Os gritos de gol nas tardes ensolaradas de domingo ficaram pelo caminho. O bairro Azenha voltou a ser silêncio após 60 anos.
Nesta sexta-feira, o segundo estádio da história tricolor comemora seu último aniversário no mesmo compasso em que espera pelo adeus. Ao que tudo indica, até 30 de novembro ele será entregue a um novo dono, que desligará os aparelhos no verão de 2015. E tudo ficará na poeira da memória.
O gol de Werley aos 23 minutos do primeiro tempo, naquele fevereiro tórrido um ano e meio atrás, marcou o derradeiro jogo oficial do clube no Estádio Olímpico. O palco que sediou batalhas épicas em azul, preto e branco, celebrou títulos gaúchos, nacionais e da Libertadores hoje é utilizado apenas para treinos do grupo principal.
Parte do gramado foi retirada e colocada em molduras para comercialização entre os torcedores. O campo suplementar também recebe atividades do elenco atual — no último fim de semana foi cedido a equipes juvenis do interior do Estado. A manutenção da grama segue irretocável.
Na segunda-feira, o Quadro Social já passou a atender em suas novas instalações, na Arena. A área administrativa também está pronta na Zona Norte, porém, a mudança de pessoal deve ocorrer nas próximas semanas.
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O gol de Werley aos 23 minutos do primeiro tempo, naquele fevereiro tórrido um ano e meio atrás, marcou o derradeiro jogo oficial do clube no Estádio Olímpico. O palco que sediou batalhas épicas em azul, preto e branco, celebrou títulos gaúchos, nacionais e da Libertadores hoje é utilizado apenas para treinos do grupo principal.
Parte do gramado foi retirada e colocada em molduras para comercialização entre os torcedores. O campo suplementar também recebe atividades do elenco atual — no último fim de semana foi cedido a equipes juvenis do interior do Estado. A manutenção da grama segue irretocável.
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