A menina atuará no setor administrativo da organização e participará de um painel com o ex-jogador da dupla Gre-Nal Tinga em Minas Gerais
Foto: Mauricio Tonetto / Agência RBS
Afastada do Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar após ser flagrada chamando o goleiro do Santos Aranha de macaco em uma partida válida pela Copa do Brasil na Arena no final de agosto, a gremista Patrícia Moreira da Silva receberá uma nova chance de trabalho na ONG Cufa, a Central Única de Favelas, que tem como embaixador o rapper MV Bill.
A menina atuará no setor administrativo da organização e participará de um painel com o ex-jogador da dupla Gre-Nal Tinga em Minas Gerais, ainda sem data prevista. Na segunda-feira, Patrícia integra a equipe da Cufa. A ONG tem escritórios espalhados em diversas cidades do país. Em entrevista concedida a Zero Hora na última terça-feira, ela afirmou que pretende se tornar um símbolo nacional contra o racismo e contou que já ficou com negros.
A gremista deixou a casa onde morava — apedrejada e incendiada — e se refugiou com familiares. Com receio de continuar vivendo no mesmo bairro, na zona norte da Capital, ela contou que precisa tomar remédios para dormir:
— Me sinto uma prisioneira.
Na entrevista, Patrícia negou ser racista, criticou a intolerância que vem sofrendo — principalmente nas redes sociais —, afirmou que desistiu de procurar o goleiro do Santos e relatou que é normal ouvir, na Arena, outros torcedores gritarem "macaco". Ela deve ser indiciada por injúria racial.
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Foto: Mauricio Tonetto / Agência RBS
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A menina atuará no setor administrativo da organização e participará de um painel com o ex-jogador da dupla Gre-Nal Tinga em Minas Gerais, ainda sem data prevista. Na segunda-feira, Patrícia integra a equipe da Cufa. A ONG tem escritórios espalhados em diversas cidades do país. Em entrevista concedida a Zero Hora na última terça-feira, ela afirmou que pretende se tornar um símbolo nacional contra o racismo e contou que já ficou com negros.
A gremista deixou a casa onde morava — apedrejada e incendiada — e se refugiou com familiares. Com receio de continuar vivendo no mesmo bairro, na zona norte da Capital, ela contou que precisa tomar remédios para dormir:
— Me sinto uma prisioneira.
Na entrevista, Patrícia negou ser racista, criticou a intolerância que vem sofrendo — principalmente nas redes sociais —, afirmou que desistiu de procurar o goleiro do Santos e relatou que é normal ouvir, na Arena, outros torcedores gritarem "macaco". Ela deve ser indiciada por injúria racial.
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