O técnico Enderson Moreira admitiu nesta quarta-feira que o retorno do goleiro Aranha ao estádio onde foi vítima de manifestações racistas preocupa a comissão técnica do Santos. O time paulista vai reencontrar o Grêmio nesta quinta-feira, desta vez pelo Campeonato Brasileiro.
O polêmico episódio aconteceu na partida entre as duas equipes no dia 28 de agosto, na idas das oitavas de final da Copa do Brasil. Durante o jogo, vencido pelo Santos por 2 a 0, torcedores gremistas chamaram o goleiro santista de "macaco". Os atos racistas foram flagrados pelas câmeras de TV e geraram uma pesada punição ao clube gaúcho, eliminado da competição antes mesmo do jogo de volta.
Três semanas depois do incidente, o Santos voltará ao gramado da Arena Grêmio e a ordem no clube paulista é tentar minimizar qualquer polêmica. Apesar disso, Enderson admite preocupação quanto à reação de Aranha em seu retorno ao palco onde foi alvo de ofensas públicas.
"Isso é motivo de conversa com o grupo, como já fizemos nesta semana. Se sentirmos que precisa, temos carinho com o Aranha. O mais importante é que todos estejam tranquilos para desenvolver o seus trabalhos dentro de campo. Temos que nos ater muito àquilo que pode acontecer no jogo", afirmou.
Enderson não quer ver seu grupo abalado nem mesmo com as declarações recentes do técnico Luiz Felipe Scolari. Durante o treino de terça, Felipão deixou escapar a insinuação de que Aranha teria armado aquela cena na Arena Grêmio para favorecer o Santos.
"Não vai nos afetar. Nosso grupo está focado no resultado, nos três pontos, não no que vai acontecer fora de campo. Todos temos que nos respeitar, todos querem trabalhar da melhor forma possível. Tenho muita convicção que vamos ser muito bem recebidos, que não vamos ter problemas, e que a disputa ocorrerá dentro de campo", afirmou.
Enderson também descartou qualquer motivação extra por enfrentar seu ex-time. "Nunca trago nada daquilo que passou. Tenho uma cabeça muito firme naquilo que quero de projeção. O que ficou para trás, ficou. Tenho grandes amigos lá, fui muito bem tratado e respeitado", declarou.
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Três semanas depois do incidente, o Santos voltará ao gramado da Arena Grêmio e a ordem no clube paulista é tentar minimizar qualquer polêmica. Apesar disso, Enderson admite preocupação quanto à reação de Aranha em seu retorno ao palco onde foi alvo de ofensas públicas.
"Isso é motivo de conversa com o grupo, como já fizemos nesta semana. Se sentirmos que precisa, temos carinho com o Aranha. O mais importante é que todos estejam tranquilos para desenvolver o seus trabalhos dentro de campo. Temos que nos ater muito àquilo que pode acontecer no jogo", afirmou.
Enderson não quer ver seu grupo abalado nem mesmo com as declarações recentes do técnico Luiz Felipe Scolari. Durante o treino de terça, Felipão deixou escapar a insinuação de que Aranha teria armado aquela cena na Arena Grêmio para favorecer o Santos.
"Não vai nos afetar. Nosso grupo está focado no resultado, nos três pontos, não no que vai acontecer fora de campo. Todos temos que nos respeitar, todos querem trabalhar da melhor forma possível. Tenho muita convicção que vamos ser muito bem recebidos, que não vamos ter problemas, e que a disputa ocorrerá dentro de campo", afirmou.
Enderson também descartou qualquer motivação extra por enfrentar seu ex-time. "Nunca trago nada daquilo que passou. Tenho uma cabeça muito firme naquilo que quero de projeção. O que ficou para trás, ficou. Tenho grandes amigos lá, fui muito bem tratado e respeitado", declarou.
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