Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o incêndio que atingiu a casa da gremista Patrícia Moreira, na madrugada desta sexta-feira, foi intencional e criminoso. Além das ameaças que a torcedora já vinha sofrendo desde que foi flagrada gritando “macaco” para o goleiro do Santos, o que leva à suspeita são o hiato entre o suposto ponto inicial das chamas (o hidrômetro) e a casa incendiada e o relato de uma vizinha que teria visto uma pessoa próxima da residência pouco antes do fogo começar.
— Temos apenas duas horas de investigação e a perícia ainda não conclui o trabalho, por isso é muito cedo para afirmar qualquer coisa. Mas, sim, suspeitamos que seja criminoso — disse o delegado responsável pelo caso, Tiago Baldin.
Conforme ele, embora as chamas tenham iniciado por volta das 4h, a polícia só ficou sabendo do caso através de uma denuncia anônima às 13h30min. O motivo de o Corpo de Bombeiros — que combateu o incêndi — não ter feito o aviso vai ser apurado, assim como as circunstâncias do trabalho dos agentes.
O titular da 14ª Delegacia de Polícia ainda afirma que não há suspeitos que possam ter cometido o suposto crime.
— Uma vizinha viu uma pessoa passando por ali, mas, por enquanto, não há garantia de nada — esclarece Baldin.
Segundo ele, essa mesma testemunha já vinha sofrendo ameaças e, inclusive, também teve a casa apredejada desde que Patrícia foi reconhecida pelo ato de injúria racial. Ela estaria “assustada” e, por isso, tem o nome preservado.
Veja fotos do incêndio:


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— Temos apenas duas horas de investigação e a perícia ainda não conclui o trabalho, por isso é muito cedo para afirmar qualquer coisa. Mas, sim, suspeitamos que seja criminoso — disse o delegado responsável pelo caso, Tiago Baldin.
Conforme ele, embora as chamas tenham iniciado por volta das 4h, a polícia só ficou sabendo do caso através de uma denuncia anônima às 13h30min. O motivo de o Corpo de Bombeiros — que combateu o incêndi — não ter feito o aviso vai ser apurado, assim como as circunstâncias do trabalho dos agentes.
O titular da 14ª Delegacia de Polícia ainda afirma que não há suspeitos que possam ter cometido o suposto crime.
— Uma vizinha viu uma pessoa passando por ali, mas, por enquanto, não há garantia de nada — esclarece Baldin.
Segundo ele, essa mesma testemunha já vinha sofrendo ameaças e, inclusive, também teve a casa apredejada desde que Patrícia foi reconhecida pelo ato de injúria racial. Ela estaria “assustada” e, por isso, tem o nome preservado.
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