Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Com estilo combativo, aposta nos guris e reforço na defesa, Felipão começa a mudar a cara do Grêmio. Ao completar um mês desde sua reestreia, o técnico obteve contra o Atlético-PR sua quinta vitória - a quarta seguida - em sete jogos no Brasileirão. Seu aproveitamento no campeonato é quase de campeão: 71%.
Sem medo de colocar a gurizada para jogar, como na década de 90, deu chance aos talentos da equipe sub-19. Escalou os volantes Walace e Matheus Biteco, titulares nos últimos dois jogos. Também relacionou o volante Balbino, promessa da base, e os atacantes Ronan e Marcos Paulo.
Além de dar oportunidade aos pratas da casa, Felipão fez o Grêmio resgatar outra marca: o estilo combativo em campo. Isto passa pelo esquema com três volantes, que dá maior poder de marcação ao meio-campo. Mas também pela ótima fase de Fellipe Bastos, homem de confiança de Scolari por sua técnica no desarme e ótima saída de bola, que facilita a transição ao ataque.
— A chegada do Felipão deu um novo ânimo para nós. Quando o Grêmio conquistou grandes títulos, sempre foi com essa cara, de muita pegada, muita raça. Com o passar dos jogos, estamos adquirindo esta postura — avaliou o goleiro Marcelo Grohe, em entrevista ao canal SporTV.
Felipão também fortificou a defesa - segunda menos vazada do Brasileirão, atrás só do Corinthians - com duas alterações. Ao sacar Werley e escalar Geromel na zaga, ao lado de Rhodolfo, estancou os gols sofridos: a meta de Grohe não foi superada nos últimos três jogos. O técnico também fixou Zé Roberto na lateral esquerda, que, aos 40 anos de idade, demonstra ter fôlego para cumprir tarefas de marcação e atacar pelo lado do campo.
Mas a principal evolução do time está no ataque. Após a chegada de Felipão, Barcos voltou a fazer gols. Dos sete que a equipe anotou sob o comando do treinador, quatro foram do argentino, responsável direto pelas vitórias sobre Corinthians, Bahia e Atlético-PR. O centroavante já é o vice-artilheiro do Brasileirão: marcou nove vezes.
— Ele (Felipão) pediu que eu faça gols, o que sempre fiz. Disse que me levou ao Palmeiras para isso, e que eu não podia esquecer de como fazê-los — afirma Barcos.
Com bons resultados no Grêmio, Felipão começa a reconstruir sua imagem após o 7 a 1 para a Alemanha na Copa. E injeta confiança no grupo gremista na busca por uma vaga na Libertadores.
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Além de dar oportunidade aos pratas da casa, Felipão fez o Grêmio resgatar outra marca: o estilo combativo em campo. Isto passa pelo esquema com três volantes, que dá maior poder de marcação ao meio-campo. Mas também pela ótima fase de Fellipe Bastos, homem de confiança de Scolari por sua técnica no desarme e ótima saída de bola, que facilita a transição ao ataque.
— A chegada do Felipão deu um novo ânimo para nós. Quando o Grêmio conquistou grandes títulos, sempre foi com essa cara, de muita pegada, muita raça. Com o passar dos jogos, estamos adquirindo esta postura — avaliou o goleiro Marcelo Grohe, em entrevista ao canal SporTV.
Felipão também fortificou a defesa - segunda menos vazada do Brasileirão, atrás só do Corinthians - com duas alterações. Ao sacar Werley e escalar Geromel na zaga, ao lado de Rhodolfo, estancou os gols sofridos: a meta de Grohe não foi superada nos últimos três jogos. O técnico também fixou Zé Roberto na lateral esquerda, que, aos 40 anos de idade, demonstra ter fôlego para cumprir tarefas de marcação e atacar pelo lado do campo.
Mas a principal evolução do time está no ataque. Após a chegada de Felipão, Barcos voltou a fazer gols. Dos sete que a equipe anotou sob o comando do treinador, quatro foram do argentino, responsável direto pelas vitórias sobre Corinthians, Bahia e Atlético-PR. O centroavante já é o vice-artilheiro do Brasileirão: marcou nove vezes.
— Ele (Felipão) pediu que eu faça gols, o que sempre fiz. Disse que me levou ao Palmeiras para isso, e que eu não podia esquecer de como fazê-los — afirma Barcos.
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