Fonte: Lucas Uebel/Grêmio
Barcos chegou ao futebol brasileiro, indicado por Felipão para reforçar o ataque palmeirense em 2012. Lá, fez 28 gols e ajudou o Palmeiras a conquistar o título da Copa do Brasil. O centroavante viveu tão boa fase ao lado de Felipão, que até foi convocado para a seleção Argentina de Sabella, antigo técnico dos hermanos. O saldo negativo da temporada, ficou por conta do rebaixamento do clube paulista. Mas não por causa do "pirata".
No Grêmio, o jogador chegou no início de 2013. Criando grande expectativa e projetando fazer os mesmos 28 gols, que fez no Palmeiras, o jogador chegou a metade do prometido. Fez 14 gols e junto com eles, muitas críticas, oscilando altos e baixos. Passaram alguns treinadores, o ano de 2014 chegou e após a queda de Enderson Moreira, como obra do destino, Felipão e Barcos, mais uma vez estavam juntos. Agora, vestindo azul, preto e branco.
“Desde que cheguei ao Grêmio, passei aos atletas a situação do Barcos. Ele tem um espaço para jogar onde é altamente qualificado. Para que todos soubessem. Cada um tem que saber onde o companheiro rende mais, e como fazer chegar a bola para ele render. Vem fazendo os gols no espaço que o Barcos é letal.
Que é aquele quadrado da área. Uma ou outra que chega e ele faz o gol. É uma questão de entendimento do grupo”, explicou Felipão apos a vitória sobre o Atlético/PR.
O argentino esteve em campo, cinco vezes com Felipão. Em três, Barcos ficou de fora, por lesão nas costas e suspensão. Passou em branco em dois jogos: contra o Inter, na estreia de Luis Felipe, e na derrota para o Santos, na Copa do Brasil. Quatro gols em cinco partidas, todos decisivos, contra Corinthians, Bahia e agora, Atlético/PR.
Como há 18 jogos ainda do Brasileiro pela frente, o jogador teve não só alcançar os 28, como ultrapassar, se mantiver o rendimento. "Estou muito bem, com tranquilidade, sempre estive tranquilo. Sempre tem pressão para fazer gol, às vezes mais ou menos. Estamos tranquilos e fazendo gols, com o Grêmio ganhando, que é o que importa para o torcedor”, destacou o argentino.
O Grêmio seca nesta noite o Corinthians, já que com a vitória sobre o Furacão, ontem, por 1 a 0, dormiu no G4. Caso os paulistas vençam o duelo contra o Atlético/MG, o Tricolor adia a possibilidade de definitivamente se colocar no G4.
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No Grêmio, o jogador chegou no início de 2013. Criando grande expectativa e projetando fazer os mesmos 28 gols, que fez no Palmeiras, o jogador chegou a metade do prometido. Fez 14 gols e junto com eles, muitas críticas, oscilando altos e baixos. Passaram alguns treinadores, o ano de 2014 chegou e após a queda de Enderson Moreira, como obra do destino, Felipão e Barcos, mais uma vez estavam juntos. Agora, vestindo azul, preto e branco.
“Desde que cheguei ao Grêmio, passei aos atletas a situação do Barcos. Ele tem um espaço para jogar onde é altamente qualificado. Para que todos soubessem. Cada um tem que saber onde o companheiro rende mais, e como fazer chegar a bola para ele render. Vem fazendo os gols no espaço que o Barcos é letal.
Que é aquele quadrado da área. Uma ou outra que chega e ele faz o gol. É uma questão de entendimento do grupo”, explicou Felipão apos a vitória sobre o Atlético/PR.
O argentino esteve em campo, cinco vezes com Felipão. Em três, Barcos ficou de fora, por lesão nas costas e suspensão. Passou em branco em dois jogos: contra o Inter, na estreia de Luis Felipe, e na derrota para o Santos, na Copa do Brasil. Quatro gols em cinco partidas, todos decisivos, contra Corinthians, Bahia e agora, Atlético/PR.
Como há 18 jogos ainda do Brasileiro pela frente, o jogador teve não só alcançar os 28, como ultrapassar, se mantiver o rendimento. "Estou muito bem, com tranquilidade, sempre estive tranquilo. Sempre tem pressão para fazer gol, às vezes mais ou menos. Estamos tranquilos e fazendo gols, com o Grêmio ganhando, que é o que importa para o torcedor”, destacou o argentino.
O Grêmio seca nesta noite o Corinthians, já que com a vitória sobre o Furacão, ontem, por 1 a 0, dormiu no G4. Caso os paulistas vençam o duelo contra o Atlético/MG, o Tricolor adia a possibilidade de definitivamente se colocar no G4.
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