Fernando Ascal usou um capuz para prestar depoimento na última quarta (Foto: Estêvão Pires)
Um torcedor do Grêmio foi intimado a depor pela segunda vez sobre as ofensas racistas ao goleiro Aranha, do Santos, no jogo contra o Grêmio, em 28 de agosto, pela Copa do Brasil. Na manhã desta terça-feira, na 4ª Delegacia de Polícia Civil de Porto Alegre, Fernando Ascal, que é um dos integrantes da torcida organizada Geral, permaneceu em silêncio.
O depoimento estava marcado para as 9h. O depoente chegou acompanhado do advogado de defesa. Ele havia sido intimado a depor na segunda, mas não compareceu à DP na data.
- Da outra vez ele falou, na semana passada, mas encontramos pontos obscuros, dúvidas no depoimento dele, e queríamos esclarecer -, explicou ao GloboEsporte.com o comissário de polícia Lindomar Souza, sobre a nova intimação.
Para esta quarta, está previsto mais um depoimento de outro torcedor que já falou à polícia. A semana passada foi de depoimentos, entre testemunhas e suspeitos, entre eles o de Patrícia Moreira, 23 anos, flagrada por câmeras de televisão gritando "macaco" ao atleta santista. Assim, a investigação avançou e ganhou argumentos importantes para que a polícia defina possíveis indiciados por injúria racial. A Polícia Civil tem 30 dias para concluir o inquérito.
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O depoimento estava marcado para as 9h. O depoente chegou acompanhado do advogado de defesa. Ele havia sido intimado a depor na segunda, mas não compareceu à DP na data.
- Da outra vez ele falou, na semana passada, mas encontramos pontos obscuros, dúvidas no depoimento dele, e queríamos esclarecer -, explicou ao GloboEsporte.com o comissário de polícia Lindomar Souza, sobre a nova intimação.
Para esta quarta, está previsto mais um depoimento de outro torcedor que já falou à polícia. A semana passada foi de depoimentos, entre testemunhas e suspeitos, entre eles o de Patrícia Moreira, 23 anos, flagrada por câmeras de televisão gritando "macaco" ao atleta santista. Assim, a investigação avançou e ganhou argumentos importantes para que a polícia defina possíveis indiciados por injúria racial. A Polícia Civil tem 30 dias para concluir o inquérito.
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