A Frente Nacional dos Torcedores (FNT), movimento social que defende os direitos dos torcedores nos estádios, afirmou que a punição dada ao Grêmio foi excessiva e que o racismo é um mal impregnado na cultura do país, em particular no futebol.
"O que ocorreu é totalmente repudiável. O racismo está presente no futebol mundial e no Brasil. O futebol era aristocrático, foram rompidas barreiras sociais e raciais", disse à Agência Efe o presidente do FNT, Renan Mateus de Oliveira.
As declarações foram dadas depois que o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) eliminou o Grêmio da Copa do Brasil devido a atos racistas feitos por torcedores contra o goleiro do Santos, Aranha, na última quinta-feira.
O dirigente explicou que o futebol brasileiro tem incorporados preconceitos raciais, como a falta de goleiros de raça negra.
"A maioria dos goleiros é branca e um preconceito instalado no Brasil é que os negros não servem para essa posição", disse.
O principal exemplo é o do goleiro Barbosa, também negro, que defendeu a seleção brasileira em 1950, e foi acusado de ser culpado pelo 'Maracanazo' até sua morte.
Oliveira criticou a punição ao Grêmio e disse que ela foi "muito severa" porque significa um "pagamento por erros individuais" de torcedores e "criminaliza" as torcidas organizadas.
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As declarações foram dadas depois que o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) eliminou o Grêmio da Copa do Brasil devido a atos racistas feitos por torcedores contra o goleiro do Santos, Aranha, na última quinta-feira.
O dirigente explicou que o futebol brasileiro tem incorporados preconceitos raciais, como a falta de goleiros de raça negra.
"A maioria dos goleiros é branca e um preconceito instalado no Brasil é que os negros não servem para essa posição", disse.
O principal exemplo é o do goleiro Barbosa, também negro, que defendeu a seleção brasileira em 1950, e foi acusado de ser culpado pelo 'Maracanazo' até sua morte.
Oliveira criticou a punição ao Grêmio e disse que ela foi "muito severa" porque significa um "pagamento por erros individuais" de torcedores e "criminaliza" as torcidas organizadas.
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