Torcedora suspeita de injúria racial presta depoimento em Porto Alegre
Crédito: Eduardo Paganella / Rádio Guaíba / Especial / CP
A principal suspeita de cometer injúria racial contra o goleiro Aranha, Patrícia Moreira, chegou na manhã desta quinta-feira à 4ª Delegacia de Polícia Civil, na zona Norte de Porto Alegre. Ela será a quinta pessoa a depor sobre o caso de racismo que causou a exclusão do Grêmio da Copa do Brasil, determinada nessa quarta-feira pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Patrícia chegou à delegacia amparada por advogados e por policiais responsáveis por fazer a segurança da jovem. Ela estava de cabeça baixa, chorando e evitou contato com a imprensa.
O Grupamento de Operações Especiais destacou duas viaturas para realizar a segurança da torcedora, que na semana passada teve a casa apedrejada em Porto Alegre. Uma carro da equipe volante da Polícia Civil foi usado para circular pelas redondezas para verificar qualquer movimentação estranha
Nessa quarta-feira, o torcedor Eder Braga e um dos líderes da Geral do Grêmio, Rodrigo Rysdyk, prestaram depoimento na Polícia Civil. Ambos negaram ofensas racistas a Aranha. Depois das explicações de Braga, o delegado Herbert Ferreira decidiu intimar Juliano Franckzak, conhecido como "Gaúcho da Geral". Ele também deve depor sobre o episódio de injúria racial ocorrido na Arena.
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Crédito: Eduardo Paganella / Rádio Guaíba / Especial / CP
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