A impunidade é certamente uma das ferramentas primárias do crime, independente de qual seja ele.
É um dos motivos pelos quais barbáries são vistas mais de uma vez num mesmo ambiente.
Uma dessas barbáries é o racismo. Que não nasceu na semana passada na partida entre Grêmio e Santos, em Porto Alegre, é verdade. Injúrias raciais são vistas a torto e direito em todos os cantos do planeta. Acontece que os estádios de futebol têm se tornado cada fez mais um refúgio para elas. Na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Rússia, na Espanha, nos Emirados Árabes… No Brasil.
O STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva) puniu na tarde desta quarta (03) os atos cometidos contra o goleiro Aranha, do Santos, na semana passada. A sentença foi clara: o Grêmio está eliminado da Copa do Brasil.
Acho que discutir a intensidade da punição é até válido. Discutir para onde ela foi, não.
Embora acredite que o mínimo que pudesse ser feito para darmos o primeiro passo contra um crime sem sentido algum (não que qualquer outro crime tenha sentido, é óbvio que não tem) fosse exatamente a desqualificação do Grêmio no campeonato onde tudo aconteceu, ouço e respeito opiniões que vão contra essa linha de raciocínio. Mas permita-me discordar de todo aquele que crê que apenas os torcedores deveriam ser punidos.
Não. Sabe por quê? Porque quando coisas como essa acontecem dentro dos estádios, a torcida presente trata logo de apontar os culpados. Justamente em busca de livrar a barra do clube. E aí na outra semana, a cena se repete.
Vejamos o que acontece a partir de agora na Arena do Grêmio e em todas as outras Arenas e estádios do Brasil. Espero de coração que tudo mude e que o racismo, que jamais coube nas sociedades de todo o planeta, seja extirpado da face da Terra! Ou pelo menos dos estádios brasileiros, que já é um passo à frente.
E que não só o racismo, mas que todo o tipo de ação criminosa seja punida com o mesmo rigor pelo STJD. Porque o racismo é apenas um dos crimes cometidos dentro e fora dos estádios deste país. Os Atlético Paranaense e Vasco (2013) e demais clássicos paulistas e cariocas da vida podem muito bem provar isso.
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É um dos motivos pelos quais barbáries são vistas mais de uma vez num mesmo ambiente.
Uma dessas barbáries é o racismo. Que não nasceu na semana passada na partida entre Grêmio e Santos, em Porto Alegre, é verdade. Injúrias raciais são vistas a torto e direito em todos os cantos do planeta. Acontece que os estádios de futebol têm se tornado cada fez mais um refúgio para elas. Na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Rússia, na Espanha, nos Emirados Árabes… No Brasil.
O STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva) puniu na tarde desta quarta (03) os atos cometidos contra o goleiro Aranha, do Santos, na semana passada. A sentença foi clara: o Grêmio está eliminado da Copa do Brasil.
Acho que discutir a intensidade da punição é até válido. Discutir para onde ela foi, não.
Embora acredite que o mínimo que pudesse ser feito para darmos o primeiro passo contra um crime sem sentido algum (não que qualquer outro crime tenha sentido, é óbvio que não tem) fosse exatamente a desqualificação do Grêmio no campeonato onde tudo aconteceu, ouço e respeito opiniões que vão contra essa linha de raciocínio. Mas permita-me discordar de todo aquele que crê que apenas os torcedores deveriam ser punidos.
Não. Sabe por quê? Porque quando coisas como essa acontecem dentro dos estádios, a torcida presente trata logo de apontar os culpados. Justamente em busca de livrar a barra do clube. E aí na outra semana, a cena se repete.
Vejamos o que acontece a partir de agora na Arena do Grêmio e em todas as outras Arenas e estádios do Brasil. Espero de coração que tudo mude e que o racismo, que jamais coube nas sociedades de todo o planeta, seja extirpado da face da Terra! Ou pelo menos dos estádios brasileiros, que já é um passo à frente.
E que não só o racismo, mas que todo o tipo de ação criminosa seja punida com o mesmo rigor pelo STJD. Porque o racismo é apenas um dos crimes cometidos dentro e fora dos estádios deste país. Os Atlético Paranaense e Vasco (2013) e demais clássicos paulistas e cariocas da vida podem muito bem provar isso.
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